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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Otan desenvolverá escudo antimísseis conjunto, diz Obama

Novo sistema deve proteger todos os países europeus da aliança, Estados Unidos e Canadá

Veja

O presidente americano, Barack Obama, disse nesta sexta-feira que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) chegou a um acordo sobre a criação de um sistema integrado de defesa antimísseis na Europa, conjunto para todos os 28 países do bloco. Os líderes convidarão a Rússia a se juntar ao sistema na reunião com o presidente russo, Dmitri Medvedev, no próximo sábado.

Após o fim de uma reunião, no primeiro dia da cúpula da Otan em Lisboa, Obama afirmou:"Tenho o prazer em anunciar que, pela primeira vez, concordamos em desenvolver um sistema de defesa antimísseis suficientemente capaz de cobrir todo o território dos países europeus da Otan e os Estados Unidos.”


O sistema faz parte do novo conceito estratégico da Otan, que inclui atuar em qualquer lugar do mundo onde considere que sua segurança possa estar ameaçada. Na reunião desta sexta-feira, a Organização decidiu redefinir sua estratégia de ação para os próximos anos. O bloco pretende combater novas ameaças como o terrorismo e desenvolver uma parceria estratégica com a Rússia.


O ministro de Relações Exteriores russo, Serguei Lavrov, já indicou apoio, mas ressaltou que a ideia é um sistema cooperativo e não conjunto. Segundo ele, o ideal seria a criação de um fundo comum antimísseis com a participação de Rússia, Estados Unidos e os países europeus, o que incluiria também o novo escudo americano e seus radares e mísseis na Romênia e na Bulgária.


No segundo dia da cúpula,
a aliança atlântica deve formalizar um novo prazo para retirada de tropas no Afeganistão e a entrega do controle da segurança do país aos afegãos. De acordo com o secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, as primeiras tropas devem deixar o país em 2011 e a retirada deve ser concluída em 2014.

Reunião - As delegações dos 48 países que participam da cúpula da Otan começaram a chegar na quinta-feira em Lisboa para realizar três reuniões multilaterais que marcam uma nova era para a aliança. O presidente afegão, Hamid Karzai, foi um dos primeiros governantes a chegar à capital portuguesa. A reunião terá representantes dos 28 membros da aliança e dos demais 20 que fornecem tropas.

(Com agência Reuters)

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