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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Rafale: inovação nos ares da CRUZEX

Emille Cândido/UFRN

Os esquadrões franceses de caça já estão em terras potiguares. A frota de quatro aeronaves Mirage-2000 e quatro Rafales virou o centro das atenções dos militares e da imprensa quando aterrissou em Natal, na manhã desse sábado, 06, a fim de integrar a força de coalizão durante a CRUZEX V. A França já é veterana em participações do maior Exercício Aéreo de Guerra da América do Sul, mas nas edições anteriores trouxe apenas os Mirage. A grande novidade nessa quinta edição deve-se à espectativa de interação com o polivalente caça francês de amplo raio de ação, que vem pela primeira vez ao Brasil exclusivamente para participar do Exercício.

Para essa viagem, as aeronaves precisaram de uma escala em Dakar, no Senegal, e um abastecimento em voo. Segundo o Tenente-Coronel Michel Sebastian, o esquadrão de 20 pilotos e 35 mecânicos participa do treinamento com o objetivo de interagir com os demais países contribuindo para a evolução das Forças Aéreas integrantes da CRUZEX. “Queremos mostrar nossa experiência e trocar conhecimentos táticos entre os países envolvidos. Um treinamento na América do Sul é muito importante”, defende o militar. 

Um dos pilotos franceses, o Capitão Thomas Portier, pilotou o Rafale em missões de combate no Afeganistão. “Desde 2007 utilizamos o Rafale. Ano passado também conseguimos ótimos resultados com estas aeronaves”, recorda o oficial.  A expectativa dele pela participação na CRUZEX é de enriquecer a cooperação entre os países. "Especialmente com o Brasil”, conclui o piloto. 

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