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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Bombardeio no Iêmen mata 25 civis, a maioria mulheres e crianças

Coalizão árabe bombardeou a cidade portuária de Hudaydah.
Cidade está em mãos de rebeldes houthis.


EFE

Pelo menos 25 civis, a maioria mulheres e crianças, morreram e mais de 70 ficaram feridos em um ataque aéreo da coalizão árabe na cidade portuária de Hudaydah, no Iêmen, em mãos dos rebeldes houthis, informaram nesta quinta-feira (22) fontes governamentais.


Coalizão árabe bombardeou a cidade portuária de Hudaydah (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)
Coalizão árabe bombardeou a cidade portuária de Hudaydah (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)

Um porta-voz do escritório provincial do Ministério de Saúde iemenita explicou que o bombardeio efetuado na noite de quarta (21) destruiu sete casas localizadas no bairro popular de Suq al Hunud, no centro de Hudaydah.

Entre os feridos há 23 em estado grave, por isso não está descartado que o número de mortos aumente.

Hudaydah, localizada no litoral do Mar Vermelho, cerca de 220 km da capital iemenita, Sana, tem uma grande importância pois abriga o principal porto do norte do Iêmen.

O ataque ao bairro de Suq al Hunud coincidiu com outro bombardeio da coalizão árabe, liderada pela Arábia Saudita, em um quartel da Segurança Central de Hudaydah.

Esta sede militar está ocupada pelos milicianos houthis e seus aliados. Não há informações se eles sofreram baixas no bombardeio.

A aliança árabe começou uma ofensiva militar no Iêmen em março de 2015, em resposta ao avanço dos rebeldes em direção a Aden, que forçou o exílio do presidente iemenita, Abd Rabbuh Mansur Al-Hadi, em Riad.




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