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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Amnistia Internacional denuncia ''violação abjeta'' dos Direitos Humanos em Gaza

A Amnistia Internacional (AI) denunciou esta segunda-feira a "violação abjeta" dos direitos humanos e de "crimes de guerra em Gaza, onde 37 palestinianos foram mortos pelo exército israelita quando se manifestavam contra a transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém.


Lusa

"Assistimos a uma violação abjeta do direito internacional e dos direitos humanos em Gaza, pelo que exigimos que se pare imediatamente" com os ataques, lê-se na conta daquela organização não governamental na rede social Twitter.


ADEL HANA

Os violentos confrontos registados hoje na Faixa de Gaza entre manifestantes palestinianos e soldados israelitas provocaram 37 mortos e centenas de feridos.

Os palestinianos protestavam contra a transferência da embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém.

Saudada como "histórica" por Israel, a promessa feita pelo presidente norte-americano, Donald Trump, foi entendida como um desafio à comunidade internacional num momento de grande inquietação no processo de estabilização regional.

A jornada de festividades israelitas e norte-americanas tornou-se, hoje, um dos dias mais mortíferos do conflito israelo-palestiniano desde a guerra de 2014 na faixa de Gaza.

"É mais um exemplo horrível do recurso excessivo da força e do uso de balas reais de uma forma totalmente deplorável pelo exército israelita", denunciou, já em comunicado, o responsável da AI para o Médio Oriente e África do Norte, Philip Luther.

"É uma violação às regras internacionais, que equivalem, em certos casos, a homicídios intencionais, o que constituo crime de guerra. As autoridades israelitas devem conter o exército para evitar outras perdas humanas e ferimentos graves noutras", pediu.

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