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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Bombardeiros estratégicos chineses entram em ação no mar do Sul da China (VÍDEO)

Um grupo de bombardeiros estratégicos chineses levou a cabo uma série de exercícios de emergência na ilha de recifes situada no mar do Sul da China com o objetivo de treinar as manobras de decolagem, aterrissagem e alcance de alvos, informou a agência de notícias Xinhua em 18 de maio.


Sputnik

As manobras se realizaram "recentemente" nas "águas meridionais", segundo informou uma fonte militar à agência de notícias chinesa. Entretanto, a fonte detalhou que os aviões decolaram de uma base situada no sul da China e efetuaram primeiro manobras de alcance de alvos para depois treinar a prática de decolagem e aterrissagem no aeródromo construído na ilha.


Caça Su-30 do Exército Popular de Libertação da China (à direita) voando perto do bombardeiro H-6K durante manobras no mar da China Oriental
Sukhoi Su-30 e bombardeiro Xian H-6k chineses © AP Photo/ Shao Jing

De acordo com a fonte citada pela agência, o objetivo principal da operação foi melhorar a capacidade de combate da Força Aérea da China em meio às ameaças que chegam do mar. As imagens das manobras emitidas pela Televisão Central da China mostram bombardeiros estratégicos Xian H-6, desenvolvidos com base do modelo soviético Tu-16.

O mar do Sul da China se converteu no foco de disputas territoriais envolvendo a China, o Vietnã, as Filipinas, a Indonésia, a Malásia e Brunei. Pequim tem construído ilhas artificiais e posicionando várias infraestruturas militares nos arquipélagos de Spratly e Paracelso para consolidar o seu direito sobre as ilhas, apesar dos protestos dos seus vizinhos e dos EUA, que temem a influência crescente do gigante asiático na região.

Washington tem enviado barcos e aviões para levar a cabo missões de patrulhamento perto das ilhas disputadas, o que provocou protestos de Pequim, que insiste que tais ações "provocadoras" minam a soberania chinesa e põem em perigo as forças do país.


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