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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Bombardeiros estratégicos chineses entram em ação no mar do Sul da China (VÍDEO)

Um grupo de bombardeiros estratégicos chineses levou a cabo uma série de exercícios de emergência na ilha de recifes situada no mar do Sul da China com o objetivo de treinar as manobras de decolagem, aterrissagem e alcance de alvos, informou a agência de notícias Xinhua em 18 de maio.


Sputnik

As manobras se realizaram "recentemente" nas "águas meridionais", segundo informou uma fonte militar à agência de notícias chinesa. Entretanto, a fonte detalhou que os aviões decolaram de uma base situada no sul da China e efetuaram primeiro manobras de alcance de alvos para depois treinar a prática de decolagem e aterrissagem no aeródromo construído na ilha.


Caça Su-30 do Exército Popular de Libertação da China (à direita) voando perto do bombardeiro H-6K durante manobras no mar da China Oriental
Sukhoi Su-30 e bombardeiro Xian H-6k chineses © AP Photo/ Shao Jing

De acordo com a fonte citada pela agência, o objetivo principal da operação foi melhorar a capacidade de combate da Força Aérea da China em meio às ameaças que chegam do mar. As imagens das manobras emitidas pela Televisão Central da China mostram bombardeiros estratégicos Xian H-6, desenvolvidos com base do modelo soviético Tu-16.

O mar do Sul da China se converteu no foco de disputas territoriais envolvendo a China, o Vietnã, as Filipinas, a Indonésia, a Malásia e Brunei. Pequim tem construído ilhas artificiais e posicionando várias infraestruturas militares nos arquipélagos de Spratly e Paracelso para consolidar o seu direito sobre as ilhas, apesar dos protestos dos seus vizinhos e dos EUA, que temem a influência crescente do gigante asiático na região.

Washington tem enviado barcos e aviões para levar a cabo missões de patrulhamento perto das ilhas disputadas, o que provocou protestos de Pequim, que insiste que tais ações "provocadoras" minam a soberania chinesa e põem em perigo as forças do país.


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