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Irã desloca sistema russo de defesa S-300 para a costa do golfo Pérsico (VÍDEO)

Uma coluna de caminhões iranianos transportando vários sistemas anti-aéreos russos S-300 Favorit para a costa do golfo Pérsico foi capturada em vídeo por um motorista e postada no YouTube.
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O vídeo mostra como caminhões transportam partes dos sistemas antiaéreos e coincide com a escalada de tensão entre os Estados Unidos e o Irã com o envio de um grupo de combate naval dos EUA para a costa iranianas, relata Alarabiya.


Segundo o jornal russo Rossiyiskaya Gazeta, o envio dessas unidades do S-300 para a costa persa responde à crescente presença militar e naval dos Estados Unidos. O artigo também explica que as unidades não viajam sozinhas por via terrestre e fazem isso em caminhões para preservar sua vida útil e garantir a segurança durante a viagem.

Em 13 de maio, o comandante das Forças Aeroespaciais da Guarda Revolucionária Islâmica, Amir Ali Hajizadé, assegurou que o país persa estava pronto para atacar os Estados Unidos devido à presença do referido grupo naval na região.

Hajizadé…

Chanceler da Índia dispara: 'Nós não somos obrigados a cumprir as sanções dos EUA'

Eliminando dúvidas sobre o futuro do seu comércio bilateral com o Irã, Rússia e países latino-americanos na mira das sanções dos EUA, a Índia declarou que só cumpre as sanções impostas pelas Nações Unidas e não as impostas por países unilateralmente.


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A ministra das Relações Exteriores da Índia, Sushma Swaraj, disse a repórteres durante uma coletiva de imprensa anual em Nova Déli que o país continuará a negociar com o Irã e com a Rússia, apesar das sanções anunciadas pelo governo Trump.

A ministra indiana das Relações Exteriores, Sushma Swaraj.
Ministra das Relações Exteriores da Índia, Sushma Swaraj © AFP 2018 / PRAKASH SINGH

"A Índia segue apenas sanções da ONU e não sanções unilaterais de qualquer país. Mantivemos nossa relação comercial durante a última sanção imposta ao Irã", disse o ministro das Relações Exteriores, Sushma Swaraj, quando questionado sobre a resposta da Índia às sanções dos EUA.

A reimposição das sanções dos Estados Unidos ao Irã, após a retirada de Trump do acordo nuclear lançou uma sombra sobre os laços políticos e econômicos de longa data entre a Índia e o Irã.

Enquanto isso, a Lei Contendo Adversários da América por meio de Sanções (CAATSA), adotada pelo governo Trump, ameaçou impactar negativamente as compras de defesa da Rússia, incluindo a do sistema de defesa aérea S-400. O CAATSA foi projetado principalmente com a Rússia em mente, e especificamente, países que continuam a usar hardware e sistemas militares russos. A lei impõe sanções a indivíduos e países que lidam com os setores de inteligência e defesa da Rússia.

Mas a declaração do ministro das Relações Exteriores deixou claro que a Índia não está disposta a prejudicar suas relações com seus amigos de todos os climas, apesar da pressão dos EUA.

"Nossa política externa não é direcionada para apaziguar ou sofrer qualquer tipo de pressão de qualquer país e também não é reacionária", disse a ministra durante a coletiva de imprensa.

Swaraj também enfatizou que Nova Déli vem dando importância aos países da América Latina, incluindo a Venezuela, como nunca antes, e continuará a fazê-lo no futuro também.

"O Banco de Reservas da Índia proíbe o comércio de criptomoeda, portanto não negociaremos com criptomoeda. Estamos descobrindo um mecanismo pelo qual o comércio continuará com a Venezuela no petróleo", disse Swaraj, respondendo a uma pergunta sobre se a Índia negociaria em criptomoedas com os países da América Latina que enfrentam sanções dos EUA.

O governo Trump impediu que empresas ou cidadãos dos EUA comprassem dívidas ou contas a receber do governo venezuelano. A Venezuela está oferecendo um desconto nas vendas de petróleo feitas em "petro" — uma criptomoeda lastreada no combustível fóssil destinada a evitar as sanções dos EUA ao comércio de energia.

A mídia indiana informou anteriormente que a Venezuela havia oferecido descontos de até 30% nas vendas de petróleo para as refinarias indianas, desde que elas negociassem com o "petro".

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