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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Chefe de inspeção nuclear de órgão ligado à ONU renuncia ao cargo

Instituição afirma que continuará combatendo armas nucleares. Decisão ocorre dias após Trump anunciar que EUA abandonariam acordo firmado com o Irã.


EFE


O chefe dos inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Tero Varjoranta, renunciou na última sexta-feira (11) de forma inesperada. A instituição, cuja sede fica em Viena (Áustria), é ligada à Organização das Nações Unidas (ONU).

 Tero Varjoranta abandonou o cargo.  (Foto: Dieter Nagl/AFP)
Tero Varjoranta abandonou o cargo. (Foto: Dieter Nagl/AFP)

A decisão ocorre na mesma semana em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que abandonaria o acordo nuclear firmado com o Irã, retomando as sanções contra o país.

Segundo agências de notícias, o diretor-geral da AIEA, o japonês Yukiya Amano, nomeou como sucessor no cargo de forma interina o italiano Massimo Aparo, até agora diretor do Escritório de Verificação no Irã.

"O diretor-geral tem a intenção de nomear um novo diretor-geral assim que for possível, seguindo os procedimentos estabelecidos", indicou o porta-voz da instituição. Ele afirma que o organismo "continuará fazendo as atividades de salvaguardas (de controles para evitar a proliferação de armas nucleares) de forma altamente profissional".

Carreira

Varjoranta foi o responsável da verificação do programa nuclear de Teerã desde outubro de 2013, uma tarefa que se intensificou após a assinatura em 2015 do acordo com o Irã.

Esse tratado, negociado durante quase dois anos a máximo nível entre o Irã e seis potências - EUA, Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha -, prevê importantes limitações no programa nuclear iraniano para evitar o desenvolvimento de armamento atômico em troca da suspensão das sanções internacionais.

Após o anúncio de Trump, a AIEA afirmou que o Irã está sujeito ao regime de verificação mais robusto do mundo e que até o momento cumpriu com todos os compromissos adquiridos no Plano Integral de Ação Conjunta (JCPOA, o nome oficial do acordo nuclear).

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