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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Coalizão dos EUA efetua outro ataque contra província síria matando 9 pessoas

Neste sábado (12), os aviões da coalizão internacional liderada por Washington realizaram o segundo ataque aéreo contra civis na província síria de Al-Hasakah, matando nove pessoas, comunica um canal de TV do país.


Sputnik

Mais cedo, a mídia estatal síria informou que a aviação da coalizão realizou um ataque contra civis em uma das povoações no sul de Al-Hasakah, o que resultou na morte de oito pessoas.


Província síria de Al-Hasakah (foto de arquivo)
Al-Hasakah © Sputnik / Valery Melnikov

Em resultado do segundo ataque, os projéteis alcançaram casas de civis. Quatro crianças e cinco mulheres morreram logo no local, adiantou o canal.

No início de maio, a agência SANA comunicou sobre um ataque da coalizão contra o povoado de Al-Fadil, na mesma província, e a morte de ao menos 25 pessoas.

A coalizão internacional liderada pelos EUA efetua regularmente ataques que resultam na morte de civis. Segundo a chancelaria russa tem repetidamente frisado, estas ações se realizam sem o aval e coordenação da parte de Damasco oficial e sem uma resolução do Conselho de Segurança da ONU.

A própria coalizão reconheceu que, desde 2014, por causa dos seus ataques aéreos na Síria e no Iraque morreram ao menos 883 residentes civis.

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