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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Coalizão dos EUA efetua outro ataque contra província síria matando 9 pessoas

Neste sábado (12), os aviões da coalizão internacional liderada por Washington realizaram o segundo ataque aéreo contra civis na província síria de Al-Hasakah, matando nove pessoas, comunica um canal de TV do país.


Sputnik

Mais cedo, a mídia estatal síria informou que a aviação da coalizão realizou um ataque contra civis em uma das povoações no sul de Al-Hasakah, o que resultou na morte de oito pessoas.


Província síria de Al-Hasakah (foto de arquivo)
Al-Hasakah © Sputnik / Valery Melnikov

Em resultado do segundo ataque, os projéteis alcançaram casas de civis. Quatro crianças e cinco mulheres morreram logo no local, adiantou o canal.

No início de maio, a agência SANA comunicou sobre um ataque da coalizão contra o povoado de Al-Fadil, na mesma província, e a morte de ao menos 25 pessoas.

A coalizão internacional liderada pelos EUA efetua regularmente ataques que resultam na morte de civis. Segundo a chancelaria russa tem repetidamente frisado, estas ações se realizam sem o aval e coordenação da parte de Damasco oficial e sem uma resolução do Conselho de Segurança da ONU.

A própria coalizão reconheceu que, desde 2014, por causa dos seus ataques aéreos na Síria e no Iraque morreram ao menos 883 residentes civis.

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