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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

'Crimeia é Rússia', embaixada russa responde a Washington sobre abertura da ponte

Os comentários dos Estados Unidos sobre a Ponte da Crimeia, que passa através do estreito de Kerch, são previsíveis e Moscou não está pedindo autorização a ninguém para construir projetos de infraestrutura em seu território, afirmou a embaixada da Rússia nos EUA em comunicado.


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O Departamento de Estado dos EUA disse anteriormente que a ponte impede a navegação e a entrega de mercadorias na área e, portanto, os Estados Unidos estão acompanhando de perto a situação.

Construção da Ponte da Crimeia e vias de acesso para carros, vista desde a stanitsa russa de Taman
Ponte da Crimeia em construção © Sputnik / Aleksei Malgavko

"Como já se poderia prever, Washington não está feliz com isso. Mas a Crimeia é a Rússia", disse a embaixada em comunicado divulgado na terça-feira (15).

"Não vamos pedir permissão a ninguém para construir infraestrutura de transporte para o bem da população das regiões russas", acrescentou.

Desde 2014, as relações entre Moscou e Washington se deterioraram devido à crise na Ucrânia e à reunificação da Crimeia à Rússia após referendo. Os Estados Unidos e seus aliados não reconhecem os resultados do referendo, mas a Rússia sustenta que o plebiscito foi realizado em plena conformidade com o direito internacional.

Na terça-feira (15), o presidente russo Vladimir Putin abriu as estradas para carros e ônibus da ponte da Crimeia, ligando, assim, a península da Crimeia à região russa de Krasnodar. Trata-se da ponte mais extensa da Rússia, tendo comprimento de 19 quilômetros. A inauguração estava marcada para dezembro de 2018, mas os construtores concluíram trabalhos com antecedência.

A ponte já abriu o tráfego de carros da cidade de Kerch, relatou um correspondente da Sputnik nesta quarta-feira (16).

O tráfego de carros também foi iniciado na península de Taman, no sul da Rússia, na parte europeia do país.

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