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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Embaixada dos EUA em Jerusalém 'dá vida a conflito religioso', diz autoridade palestina

A transferência da embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém "marca o fim de uma era" em que Washington apoiou a solução de 2 Estados para o conflito palestino-israelense e, em vez disso, intensifica o conflito religioso, embaixador palestino nos Estados Unidos Husam Zomlot disse nesta segunda-feira (14).


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A embaixada dos Estados Unidos em Israel abrirá oficialmente em Jerusalém nesta-segunda-feira (14). Essa transferência diplomática provocou uma preocupação generalizada devido ao fato que Jerusalém está no centro do conflito entre Israel e Palestina.

Jerusalém
Jerusalém | CC BY-SA 2.0 / Dan

“A mudança de hoje da embaixada dos EUA dá vida a um conflito religioso em vez de uma paz digna […]. Este movimento marca o fim de uma era em que os Estados Unidos lideraram esforços internacionais para supostamente alcançar a solução de 2 Estados, acabando com a ocupação israelense que começou em 1967 incluindo Jerusalém Oriental", disse Zomlot em um comunicado.

Além disso, Washington abandonou seu papel de pacificador, aumentando ainda mais a “incerteza” na Palestina, enfatizou o embaixador.

Israel se apoderou da então Jerusalém Oriental, então controlada pela Jordânia, durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Já em 1980, o parlamento israelense adotou a Lei de Jerusalém proclamando toda a cidade como capital de Israel.

A comunidade internacional não reconhece a anexação e acredita que o status de Jerusalém deve ser acordado com os palestinos, que reivindicam sua parte oriental como a capital de seu futuro Estado.

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