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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Enviado da ONU participará de nova rodada de consultas sobre Síria em Astana

O enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, participará nos dias 14 e 15 de maio em Astana, no Cazaquistão, da nova rodada de consultas para a resolução do conflito no país árabe, informou neste sábado o Ministério das Relações Exteriores cazaque.


EFE

Astana - "Na qualidade de observadores, participarão uma delegação da ONU presidida por De Mistura e uma delegação da Jordânia", diz o comunicado oficial do governo do Cazaquistão.


Staffan de Mistura em foto de abril de 2018. EFE/ Olivier Hoslet
Staffan de Mistura em foto de abril de 2018. EFE/ Olivier Hoslet

De Mistura já tinha participado da oitava rodada realizada em dezembro do ano passado, na qual foi convocado um congresso nacional sírio, que aconteceu em janeiro no balneário de Sochi, na Rússia.

Na última conferência de doadores em Bruxelas, a ONU e a União Europeia insistiram que o fim das hostilidades na Síria é a única via possível para conseguir uma solução política e humanitária.

O ministério cazaque também informou hoje que todos os convidados, as delegações do regime de Bashar al Assad e da oposição, e dos países mediadores (Rússia, Turquia e Irã), confirmaram sua presença.

Segundo os países mediadores, na nona rodada de consultas será abordada a situação no terreno, o funcionamento das zonas de distensão e novas medidas políticas e humanitárias que contribuam para a paz na Síria.

No fim de abril, os ministros de Relações Exteriores de Rússia, Irã e Turquia concordaram em dar passos concretos para impulsionar a resolução do conflito sírio, depois do bombardeio realizado por Estados Unidos, França e Reino Unido em represália pelo suposto uso de armas químicas pelo exército sírio em Ghouta Oriental.

Na época, o ministro turco Mevlüt Çavusoglu denunciou que as YPG (as milícias curdas Unidades de Proteção do Povo) controlavam 25% do território sírio com a aquiescência dos EUA.

As maiores conquistas das consultas de Astana foram o mecanismo para supervisionar o cessar-fogo e a criação de várias zonas de segurança no país árabe.


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