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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Erdogan diz que não deixará Israel roubar Jerusalém

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, disse hoje que se Israel continuar livre para fazer o que quiser no Oriente Médio, o mundo se tornará um caos. De acordo com o líder turco, Ancara não permitirá que Israel roube Jerusalém para si.


Sputnik

Em duro discurso nesta quarta-feira, o chefe de Estado afirmou que a Organização das Nações Unidas sofreu um colapso nos últimos dias diante dos graves eventos ocorridos em Gaza, onde militares israelenses mataram dezenas de manifestantes palestinos e deixaram centenas de feridos. A violência na região teve como pano de fundo os inúmeros protestos realizados por cidadãos da Palestina contra a transferência da Embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém, cidade sagrada para cristãos, judeus e muçulmanos e considerada em parte como futura capital do Estado palestino.

Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan (Arquivo)
Recep Tayyip Erdogan © AFP 2018 / STR / TURKISH PRESIDENTIAL PRESS OFFICE

Ontem, demonstrando revolta com a situação, a Turquia decidiu convocar seus embaixadores em Washington e Tel Aviv para consultas. Em meio a isso, Erdogan se referiu a Israel como um Estado terrorista, acusando os israelenses de estarem cometendo um genocídio contra os palestinos. O líder turco também convidou o embaixador israelense em Ancara a deixar o país, medida que foi prontamente respondida por Israel, que solicitou também a saída do cônsul-geral da Turquia em Jerusalém. Nesta quarta-feira, o cônsul israelense em Istambul também foi informado que deveria deixar a Turquia.

Israel tem travado por décadas um sangrento conflito com os palestinos, que buscam até hoje o reconhecimento internacional e a criação de um Estado próprio na região. Ambos os povos consideram Jerusalém sua capital, razão pela qual a cidade é considerada internacionalmente um território em disputa, não devendo ser reconhecida como capital de qualquer Estado até que a situação seja resolvida. Recentemente, no entanto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu reconhecer oficialmente Jerusalém como capital do Estado israelense, e anunciando a transferência da embaixada norte-americana de Tel Aviv para lá, o que provocou uma série de revoltas no mundo islâmico como um todo, mas principalmente na Palestina.

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