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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

EUA têm medo que Rússia e China 'enganem' seus satélites espiões

A Marinha dos EUA lançou um projeto de pesquisa com objetivo de descobrir se Rússia e China são capazes de camuflar seus armamentos e escondê-los dos satélites e drones de reconhecimentos norte-americanos.


Sputnik

Segundo escreve o jornal The National Interest, drones de reconhecimento podem transferir grande fluxo de informação, inclusive imagens de tanques e sistemas de mísseis. Para analisar tal volume de dados é necessário ter inteligência artificial, mas esta pode ser facilmente enganada. Por exemplo, um computador pode confundir um tanque russo bem camuflado até com um carro.

Satélite no espaço (imagem referencial)
CC0 / Pixabay

Portanto, a Marinha dos EUA tenciona descobrir o método usado para iludir a inteligência artificiai, escreve o jornal.

"Tecnologias eficazes devem causar erros na classificação de imagens tiradas de diferentes ângulos (+/- 45º) e distâncias (de 25 metros até ao espaço)", destacam fontes na Marinha dos EUA.

Atualmente a investigação está apontada apenas aos métodos de camuflagem dos adversários — não há sinais que indiquem que o Pentágono também deva esconder seu arsenal dos sistemas russos e chineses, sublinha.

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