Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

EUA temem que Irã capture sua base na Síria?

Em 2016, os EUA iniciaram o treinamento de militantes do Exército Livre da Síria em sua base militar de Al-Tanf, a fim de combater os terroristas do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países) na região.


Sputnik

De acordo com a edição The Washington Post, Washington está preocupado com a possibilidade de as forças iranianas, que apoiam o governo sírio, poderem capturar a base norte-americana no país. Outros assessores de alto nível, citados pelo jornal, indicaram que os EUA podem expandir a campanha contra as forças iranianas na Síria, devastada pela guerra. 


Soldado norte-americano na Síria (foto de arquivo)
Tropa dos EUA na Síria © AP Photo / Hussein Malla

Essa mudança de rumo contradiria a promessa do presidente estadunidense, Donald Trump, de "deixar a Síria muito em breve", já que o país já "tinha cumprido sua missão".

De acordo com The Washington Post, o destino da base de At-Tanf demonstra toda a confusão que caracteriza a resposta do presidente Trump à crescente "influência política e militar" do Irã na região.

Inicialmente, a base foi instalada para combater os grupos armados radicais e retomar a passagem estratégica de Al-Bukamal.

Desde que Trump tomou posse como presidente dos EUA, ele prometeu agir decisivamente contra o Irã, que alegadamente se juntou às forças do governo sírio e frustrou os planos dos EUA de avançar a noroeste.

Como Trump acusou Teerã de desencadear a "violência" e de impulsionar o "derramamento de sangue e o caos" por todo o Oriente Médio, a missão anti-Daesh em al-Tanf se transformou suavemente em posto de contenção da suposta presença iraniana na área. Os principais assessores militares de Trump, no entanto, estão relutantes em iniciar uma campanha maior na Síria devido às preocupações com a segurança das tropas posicionadas na região.

As tensões entre os EUA e o Irã se agravaram recentemente quando o presidente Trump anunciou sua decisão de abandonar o acordo nuclear com o Irã e a reintrodução das sanções contra o país. A situação está sendo exacerbada devido aos ataques de Israel a supostas instalações iranianas na Síria.

Desde 2016, os EUA estão treinando militantes do Exército Livre da Síria em sua base militar de al-Tanf para combater o Daesh. As ações dos norte-americanos têm sido fortemente criticadas por parte de Damasco e Moscou. A Síria vem expressando preocupações de que Washington esteja "apoiando os grupos móveis do Daesh para estes empreenderem incursões e lançarem operações terroristas subversivas contra as tropas e civis sírios".

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas