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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

General norte-americano diz que Rússia 'entende somente a força'

A OTAN precisa demonstrar unidade na confrontação com a Rússia, um país que "entende somente a força", afirmou o ex-comandante das tropas terrestres dos EUA na Europa, tenente-general Frederick "Ben" Hodges.


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"A Rússia é um grande país com uma grande história e grandes pessoas, mas eles [russos] respeitam somente a força. Caso nossa aliança não demonstre unidade, nós estaremos encorajando sua agressão", afirmou Hodges em entrevista ao canal polonês TVN24.


Soldados da OTAN no tanque alemão Leopard 2 participam dos exercícios da Aliança, Lituânia (foto de arquivo)
Tropa da OTAN em um tanque Leopard 2 © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

De acordo com o general, Moscou visa minar os princípios da União Europeia e da OTAN para persuadir os integrantes da aliança da incapacidade da organização para os proteger.

"Isso significa que estamos lidando com guerra híbrida, desinformação, ameaça nuclear e ataques ciberterroristas", afirmou.

O general acrescentou que a Rússia considera a proteção de seus cidadãos no exterior como sua obrigação. Segundo Hodges, isso pode servir como pretexto para uma intervenção rápida nos países do Báltico ou na Polônia.

"Como é que podemos impedir a Rússia de fazer um erro tão grande? A aliança está tentando aumentar a velocidade de sua reação. Aquilo que a Polônia está empreendendo no âmbito da modernização, aumentará nossas capacidades […] Nós devemos demonstrar à Rússia que somos capazes de nos movermos de forma tão rápida como eles", concluiu.

No final de abril, em Bruxelas, no decorrer da reunião dos chanceleres dos países da OTAN, os integrantes da aliança reafirmaram que seguirão uma política de contenção da Rússia. De acordo com o secretário-geral da organização, Jens Stoltenberg, para a OTAN é importante reagir a novos desafios, tal como no caso Skripal.

Enquanto isso, Moscou vem desmentindo seu envolvimento no envenenamento do ex-espião russo que ocorreu no início de março. Além disso, a Rússia expressou repetidamente sua prontidão para colaborar com a Aliança Atlântica no âmbito do Conselho OTAN-Rússia.

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