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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Jornalista ucraniano explica por que Kiev não pode ter pretensões nenhumas sobre a Crimeia

O editor-chefe da edição on-line ucraniana Taimer, Yuri Tkachev, avaliou as capacidades de Kiev para sustentar a Crimeia, concluindo que seus compatriotas não podem considerar a península como sua.


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De acordo com o jornalista, ao longo de cinco anos, entre 2015 e 2020, a Rússia gastou cerca de "25 bilhões de dólares" com o desenvolvimento das infraestruturas da região (vale ressaltar que, conforme a respectiva diretiva do governo, se trata de US$ 825 bilhões).


Comício em Sevastopol em honra da reunificação da Crimeia à Rússia
População de Sevastopol em manifestação pela reunificação da Crimeia com a Rússia © Sputnik / Aleksei Malgavko

Tkachev frisa que a Ucrânia, por sua vez, alocou apenas 9 milhões de dólares para a península em 2013.

"Quando os políticos ucranianos afirmam que a Crimeia é deles, pergunte-lhes: será que eles têm dinheiro para a Crimeia?", escreveu o jornalista no Facebook.

Ele também supôs que a Ucrânia não encontraria dinheiro para "arrumar" sua própria infraestrutura. Para isso, acredita Tkachev, seria necessário investir nela ao menos US$ 10 bilhões anuais durante uma década.

"Nunca ninguém nos vai dar essa soma", resumiu.

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