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Gorbachov chama EUA para retomar diálogo com a Rússia sobre armas nucleares

O último presidente da União Soviética, Mikhail Gorbachov, pediu que os Estados Unidos retomem um "diálogo sério" com a Rússia sobre o problema das armas nucleares e alertou contra as "perigosas tendências destrutivas" na política mundial, em artigo publicado nesta quarta-feira no jornal "Vedomosti".
EFE

Moscou - Após constatar uma ruptura da comunicação entre Moscou e Washington, o ex-líder soviético se dirigiu em particular aos congressistas americanos para pedir que deixem de lado suas diferenças partidárias para facilitar um "diálogo sério" entre ambos os países.


"Estou convencido de que a Rússia está preparada (para o diálogo)", ressaltou Gorbachov, que manifestou preocupação com a suspensão, primeiro pelos EUA e depois pela Rússia, do Tratado de Eliminação dos Mísseis de Médio e Curto Alcance (INF), que ele assinou em 1987 com o então presidente americano, Ronald Reagan.

Gorbachov apontou que por trás da decisão de Washington de deix…

Liga Árabe desenvolve plano para conter reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel

A Liga dos Estados Árabes pretende desenvolver um plano para combater o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel pelos Estados Unidos e por qualquer outro Estado, afirmou por meio de um documento divulgado após uma reunião ministerial extraordinária da organização no Cairo.


Sputnik

"O secretariado da organização recebeu a tarefa de desenvolver um plano abrangente que inclua medidas que possam ser usadas para contrariar a decisão dos Estados Unidos ou de qualquer outro Estado de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel ou transferir a embaixada para esta cidade", disse.

Bandeira israelense em Jerusalém
Jerusalém © AFP 2018 / THOMAS COEX

O plano, que deve ser preparado em duas semanas, incluirá medidas políticas, judiciais e econômicas.

No início desta semana, o ministro egípcio das Relações Exteriores, Sameh Shoukry, disse que a transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém e seu reconhecimento como a capital de Israel não muda o status judicial da cidade e não abole os direitos legítimos dos palestinos em suas terras.

A transferência da embaixada dos EUA para Jerusalém na última segunda-feira, reivindicada tanto pelos israelenses quanto pelos palestinos, foi alvo de tumultos na fronteira da Faixa de Gaza, que havia sido suprimida pelas forças de segurança israelenses. Desde o início desta semana, mais de 60 palestinos morreram e mais de 2.700 ficaram feridos na violência em Gaza.

Na quarta-feira, a embaixada da Guatemala em Israel abriu oficialmente em Jerusalémapós a transferência de suas operações de Tel-Aviv.

O secretário-geral da Liga Árabe, Ahmed Aboul Gheit, disse na quinta-feira que a organização deve rever as relações com os Estados Unidos e a Guatemala e outros países que podem reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e transferir suas embaixadas para esta cidade.

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