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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Mudança de embaixada dos EUA fortalecerá resistência palestina, diz Irã

O governo do Irã condenou nesta segunda-feira a mudança da embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém e advertiu que esta medida só fortalecerá "a determinação da nação palestina oprimida para resistir à ocupação" de Israel.


EFE

Teerã - A transferência da embaixada também "intensificará indubitavelmente os movimentos antissionistas e antiamericanos na região e no mundo", assim como "a resistência nos territórios (palestinos) ocupados", indicou do Ministério das Relações Exteriores do Irã em comunicado.


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Bagh-e Melli: os portões principais do Ministério das Relações Exteriores do Irã, em Teerã | Reprodução

A decisão de Washington é "imprudente e ilegal", afirmou a República Islâmica na nota, que ressaltou que Jerusalém é "parte integral do território da Palestina e um dos três lugares sagrados do Islã".

O Irã reiterou seu apoio à causa palestina e pediu às nações islâmicas que se mantenham vigilantes em relação "às tramas do regime sionista e de seus aliados para semear a discórdia dentro da comunidade islâmica e deixar no esquecimento a causa da Palestina".

O governo iraniano denunciou que Israel acredita que "a perpetuação de sua existência ilegítima depende da tensão e da violência na região", por isso acusou a nação judaica de ser "a causa" das crises no Oriente Médio.

Os palestinos convocaram para hoje protestos em Gaza e na Cisjordânia contra a transferência da embaixada, que contradiz o consenso internacional de não reconhecer qualquer soberania sobre Jerusalém até que palestinos e israelenses consigam firmar um acordo de paz e estabeleçam suas fronteiras.

Desde o início da manhã, vários enfrentamentos foram registrados entre as forças israelenses e manifestantes palestinos na fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel, que, até o momento, já deixaram 37 mortos e mais de 1.700 feridos.

O Irã lidera o chamado "Eixo de Resistência" contra Israel, integrado também pela Síria e por grupos como o libanês Hezbollah e o palestino Hamas.

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