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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Netanyahu descreve presidente turco como 'um dos maiores apoiadores do Hamas'

Na segunda-feira (14), Ancara convocou seus embaixadores dos Estados Unidos e de Israel após a morte de mais de 50 civis durante os recentes confrontos entre exército israelense e palestinos na Faixa de Gaza.


Sputnik

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, descreveu o presidente turco Recep Tayyip Erdogan como "um dos maiores apoiadores do Hamas", que "sem dúvidas entende muito bem o que significa terrorismo e massacre".

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel
Benjamin Netanyahu © AFP 2018 / RONEN ZVULUN / POOL

"Eu recomendo que Erdogan não nos ensine moralidade", ressaltou Netanyahu durante coletiva de imprensa.

A declaração veio pouco depois de Erdogan ter dito que Ancara decidiu retirar seus embaixadores de Washington e Tel Aviv devido às ações de Israel na Faixa de Gaza, onde pelo menos 59 palestinos foram mortos em confrontos com as forças israelenses.

"A Turquia reagirá a isso severamente. Nós retiramos nossos embaixadores de Washington e Tel Aviv para consultas […] Também propomos a convocação de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU. Vamos conversar com muitos líderes e estamos declarando luto nacional de três dias a partir de amanhã", disse Erdogan.

Ele também chamou Israel de "Estado terrorista", descrevendo suas ações contra os palestinos como genocídio.

O mesmo foi repetido pelo primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, que pediu aos países muçulmanos que reconsiderem suas relações com Israel após a violência em Gaza.

Os acontecimentos começaram em meio à cerimônia de inauguração da embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém na segunda-feira (14), que foi anunciada inicialmente em dezembro e provocou protestos em massa em países muçulmanos, bem como críticas dos Estados que apoiam a solução do conflito palestino-israelense.

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