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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Oposição síria saúda palavras de enviado russo sobre retiradas de tropas do país

A opositora Comissão Síria para Negociações saudou a declaração do enviado especial do Kremlin para a Síria, Aleksandr Lavrentiev, sobre a retirada do contingente estrangeiro do país árabe, disse um membro do comité, Firas Halidi à Sputnik.


Sputnik

"Congratulamo-nos com a retirada de todas as forças estrangeiras de retirada total da Síria no âmbito do processo político justo ", disse ele.

Soldados do Exército sírio com bandeira da Síria se alegram com a libertação de Palmira
Militares sírios em Palmira © Sputnik / Mikhail Voskresenskiy

Na sexta, Lavrentiev disse que todas as forças estrangeiras, incluindo os militares dos EUA, Turquia e do movimento libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, deveriam deixar a Síria. Ele, porém, disse que as forças russas permanecerão no país árabe.

Em dezembro, o Estado-Maior Geral do Estado da Rússia anunciou que todos territórios controlados pelos terroristas Daesh (auto-intitulado Estado Islâmico) na Síria foram libertados. O presidente russo ordenou um corte no contingente russo posicionado no país árabe.

Em meados de março de 2016, a Rússia empreendeu uma retirada parcial do grupo de militares sírios, dando por cumprida a missão. No início de Janeiro de 2017, o Ministério da Defesa russo anunciou uma segunda retirada do contingente militar localizado na Síria. No momento, a Rússia mantém uma presença militar na base aérea de Hmeymim e porto de Tartus para enviar reforços, se necessário.

Os EUA, contudo, liderando a Coalizão Internacional lançada em 2014 para combater terroristas, mantém ataques aéreos no país sem consentimento das autoridades sírias.

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