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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Palestina vive dia de greve geral e confrontos no 70º aniversário da Nakba

Os palestinos fazem nesta terça-feira uma greve geral e uma jornada de luto no 70º aniversário da Nakba, a "catástrofe" (em tradução do árabe) que representou para eles a fundação de Israel em 1948 e após a morte de 60 pessoas nos protestos de ontem na Faixa de Gaza reivindicando o retorno dos refugiados e contra a mudança da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém.


EFE

Jerusalém - Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Oriental amanheceram com os estabelecimentos comerciais fechados, escolas, universidades e creches sem aulas e paralisação nas instituições públicas em sinal de luto e para marcar os 70 anos do início do exílio do povo palestino.

EFE/ Abed Al Hashlamoun
EFE/ Abed Al Hashlamoun

O Comitê Superior de Acompanhamento da Comunidade Árabe em Israel também convocou uma greve geral hoje nas cidades árabes dentro de Israel em protesto pelo que eles consideram que foi um "massacre" ontem em Gaza e pelo aniversário da Nakba, informou hoje a agência estatal palestina "Wafa".

A comunidade internacional mostrou ontem sua preocupação com o alto número de mortes em Gaza, onde mais de 2.700 pessoas também ficaram feridas, metade delas por tiros e estilhaços do exército israelense, que usou munição real e métodos de dispersão de massa contra os manifestantes e advertiu que não permitirá distúrbios perto da linha divisória.

Israel garantiu hoje que mantém o reforço de seus efetivos na fronteira com a Faixa, para evitar ataques à cerca e a infiltração de palestinos em seu território.

A ministra da Justiça israelense, Ayelet Shaked, manifestou nesta manhã à rádio militar que Gaza estaria tranquila se derrubasse o regime do Hamas, que ela tachou de "organização terrorista assassina que tomou o controle da Faixa".

A rádio militar garante que dezenas de palestinos começaram a se reunir em frente ao posto fronteiriço de Karni para voltarem a se manifestar, mas os protestos previstos para hoje foram suspensos em sinal de luto pelas vítimas de ontem.

Turquia e África do Sul convocaram para consultas seus embaixadores em Tel Aviv, em protesto pelo ocorrido ontem, e Estados Unidos, Austrália e Alemanha responsabilizaram o movimento islamita Hamas pelas mortes.

O Conselho de Segurança da ONU discutirá hoje os acontecimentos de ontem em Gaza em uma reunião solicitada de urgência pelo Kuwait em nome dos países árabes.

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