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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Polícia Aérea da OTAN escolta aviões militares russos sobre mar Báltico

Caças da Força Aérea da OTAN, que estão exercendo regularmente missões de patrulhamento e reconhecimento sobre o mar Báltico, teriam levantado voo cinco vezes na semana passada para escoltar aviões russos.


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Desde maio, dez caças das Forças Aéreas de Portugal e Espanha têm desempenhado policiamento aéreo da Aliança Atlântica no território da Lituânia.

Caça F/A-18 da Força Aérea espanhola
F/A-18 Super Hornet | CC BY 2.0 / Jordi Payà

"De 14 a 20 de maio, caças da Força Aérea da OTAN, que estão exercendo regularmente missões de patrulhamento e reconhecimento nos países bálticos, teriam levantado voo cinco vezes para escoltar aviões militares russos no espaço aéreo internacional sobre o mar Báltico", diz o comunicado do Ministério da Defesa da Lituânia.

De acordo com dados do ministério, em 14 de maio, caças da OTAN levantaram voo duas vezes com objetivo de reconhecer e escoltar aviões russos.

Na primeira vez, foi escoltado um avião russo Il-20 que estava executando voo do território principal da Rússia para seu enclave — região de Kaliningrado. Na segunda vez foram escoltados dois Su-24 que realizavam o mesmo voo.

Além disso, o ministério comunica que, em 15 de maio, caças da OTAN escoltaram um Na-124 russo e, em 17 de maio, um Il-20, que estavam efetuando voos da região de Kaliningrado para o território continental russo. Nesse dia também foi escoltado um An-72 que estava em trajeto do território principal da Rússia para seu enclave — região de Kaliningrado.

O Ministério da Defesa da Rússia declarou inúmeras vezes que todos os voos das aeronaves russas são realizados em conformidade com as regras internacionais de uso do espaço aéreo sobre águas neutras, sem violar fronteiras de outros Estados.

Os países bálticos não possuem aviões aptos para patrulhamento aéreo. Por isso, desde abril de 2004 (após sua adesão à OTAN), a vigilância do espaço aéreo tem sido efetuada por aviões dos países-membros da Aliança Atlântica, em conformidade com o princípio de rotação.

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