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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

RIMPAC: EUA rescindem convite feito à China

Depois de anos navegando ao lado da China nos maciços exercícios navais Rimpac, enquanto o concorrente militarizou as ilhas artificiais no Mar do Sul da China, os EUA decidiram que já é o bastante e rescindiram o convite.


Poder Naval

“A contínua militarização chinesa de características controversas no Mar da China Meridional só serve para aumentar as tensões e desestabilizar a região”, disse o porta-voz do Pentágono, tenente-coronel Chris Logan. “Como uma resposta inicial à continuada militarização da China no Mar da China Meridional, nós cancelamos o convite à Marinha do Exército de Libertação Popular (PLA Navy), do exercício Rim of the Pacific de 2018 (RIMPAC)”.

Navios chineses em manobras durante a RIMPAC 2016
Navios chineses em manobras durante a RIMPAC 2016

Teria sido a terceira aparição consecutiva da China no RIMPAC, um exercício que ocorre a cada dois anos e a última vez envolveu 26 nações e dezenas de navios de guerra.

A mudança é apenas a mais recente para o Pentágono chamar a atenção do seu concorrente. No início deste mês, o Pentágono ordenou que todos os comissários militares parassem de vender celulares, modems e outros eletrônicos das empresas chinesas Huawei e ZTE de suas prateleiras, citando um risco de espionagem.

A China vem construindo ilhas artificiais, que agora incluem pistas totalmente operacionais e defesas superfície-ar, desde 2014.

Os EUA continuaram a se envolver com a China e convidaram o concorrente para os exercícios de 2014 e 2016. Durante esse período, a China continuou dizendo que as ilhas eram principalmente para fins não militares.

No comunicado anunciando a exclusão da China em 2018, o Pentágono disse que “temos fortes evidências de que a China implantou mísseis antinavio, sistemas de mísseis superfície-ar (SAM) e bloqueadores eletrônicos (jammers) na região contestada das Ilhas Spratly no Mar do Sul da China. O pouso de aviões bombardeiros da China em Woody Island também aumentou as tensões.”

“A colocação desses sistemas de armas é apenas para uso militar”, disse o Pentágono.

FONTE: Defense News

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