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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

'Vocês são um Estado terrorista', diz Erdogan para Israel

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, acusou Israel de usar agressão desnecessária na Síria e culpou Tel-Aviv por estar empurrando toda a região para uma guerra em larga escala.


Sputnik

Em entrevista à BBC árabe no domingo (13), Erdogan disse que Israel está "semeando medo e empurrando" a região do Oriente Médio para a guerra.

Turkey's President Recep Tayyip Erdogan gestures as he talks during the closing news conference following the Organisation of Islamic Cooperation's Extraordinary Summit in Istanbul, Wednesday, Dec. 13, 2017
Recep Tayyip Erdogan © AP Photo / Emrah Gurel

O líder turco também denunciou um ataque aéreo israelense à Síria ocorrido há 2 dias, referindo-se ao ataque como uma afronta à soberania da nação síria, que está em seu 7º ano de guerra civil. Ele também criticou a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de sair do acordo nuclear iraniano, segundo informou o Ynetnews.com.

O presidente turco tem criticado ações recentes dos EUA e de Israel com frequência. Na semana passada ele disse à CNN que a mudança da embaixada dos EUA para Jerusalém foi um "grande erro". Ele ainda teria afirmado que "Jerusalém Oriental é a capital da Palestina" e que "quando um Estado palestino for estabelecido", uma embaixada turca será aberta lá.

Segundo Erdogan, a decisão de Trump isola ainda mais os EUA. Para ele, o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel faz os EUA "perderem aliados".

No final de março, o líder turco condenou o que chamou de "ataque desumano" de soldados israelenses a manifestantes palestinos na fronteira da Faixa de Gaza, um dia depois de os militares israelenses terem matado outros 16 manifestantes palestinos desarmados. Em 13 de maio, o número de mortos chegou a 53 pessoas, incluindo idosos, crianças e jornalistas.

"Você já ouviu alguma objeção digna de nota ao massacre de Israel que aconteceu ontem em Gaza vinda daqueles que criticaram a operação em Afrin?", indagou o presidente turco durante seu discurso em 31 de março em Istambul, referindo-se a uma operação militar turca contra os curdos no norte da Síria.

Falando a simpatizantes na província de Adana, Erdogan também teria dito ao primeiro-ministro israelense:

"Nós [a Turquia] estamos lidando com terroristas. Mas você não está preocupado com terroristas porque vocês são um Estado terrorista", conforme citado pelo jornal turco Hurriyet.

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