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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

'A OTAN vê a Rússia como um país poderoso', diz analista sobre nova estratégia do bloco

A nova Estratégia Conjunta da Força Aérea da OTAN, que sugere que a aliança poderá não atingir a superioridade aérea sobre potenciais adversários, demonstra o sucesso russo no desenvolvimento militar, nas realizações do complexo industrial de defesa da Rússia e da avaliação sóbria do resultado de um possível conflito com Moscou.


Sputnik

Na terça-feira (26) a OTAN aprovou uma nova estratégia para as suas forças aéreas, que reconhece que a realização de futuras operações da aliança pode ser afetada por modernos sistemas de defesa antiaérea e espaciais, reconhecendo que, pela primeira vez desde a Guerra Fria, a superioridade aérea da OTAN poderá estar em causa. 

Fuselagem de drone da OTAN, em frente ao estádio nacional onde foi realizada a cúpula da OTAN em Varsóvia, 9 de julho de 2016, Polônia
© AFP 2018/ STEPHANE DE SAKUTIN

"É o reconhecimento de realidades óbvias, do poder do Exército russo e, primeiramente, da Força Aeroespacial, para além do reconhecimento da eficácia do sistema de defesa aeroespacial. A OTAN vê a Rússia como um país poderoso, qualquer conflito pode terminar mal para a própria aliança", disse Igor Korotchenko, editor-chefe da revista russa Natsionalnaya Oborona (Defesa nacional, em russo), na quarta-feira (27).

O analista ressaltou que os sucessos da Rússia no desenvolvimento da sua Força Aeroespacial foram alcançados, em primeiro lugar, graças à entrada em serviço dos aviões Su-30SM e Su-35, além dos bombardeiros Su-34. Ele também lembrou que em um futuro próximo serão adotados os caças de quinta geração Su-57, equipados com armas de alta precisão.

Ainda segundo ele, o Exército russo está sendo equipado em ritmo acelerado com avançados sistemas de defesa de mísseis antiaéreos S-400, S-300B4, Buk-M2 e com modernas estações de radar para o controle do espaço aéreo.

"Portanto, avaliando o potencial das Forças Armadas da Rússia, a OTAN observa com razão que as forças aéreas do bloco não terão mais superioridade. Isso está relacionado certamente com um potencial conflito com a Rússia", concluiu.

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