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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Alemanha busca incremento multibilionário de gastos militares

A ministra da Defesa alemã, Ursula von der Leyen, solicitou ao parlamento do país 15 bilhões de euros adicionais (R$ 64 bilhões) para as Forças Armadas alemãs até 2021, informou a edição Bild, citando um relatório confidencial do ministério. Além disso, Von der Leyen pediu outros €10 bilhões (R$ 43 bilhões) para 2022.


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De acordo com as informações da edição, estes recursos são necessários para realizar mais de 200 projetos na área de defesa alemã.

Forças Armadas da Alemanha
Tropas alemães © AFP 2018 / John MacDougall

No orçamento alemão, os gastos de defesa ocupam o segundo lugar. Para este ano o governo destinou €38,5 bilhões (R$ 166 bilhões) para esta área, e para o ano que vem os gastos com a defesa crescerão até €41,5 bilhões (R$ 179 bilhões).

Entretanto, Von der Leyen vem exigindo que se aumentem os gastos militares do país até 1,5% do PIB (o que corresponde a €60 bilhões, ou a R$ 259 bilhões).

O presidente norte-americano, Donald Trump, insiste que a Alemanha, como país integrante da OTAN, aumente os gastos com necessidades militares até 2% do PIB até 2024.

Enquanto isso, a chanceler alemã, Angela Merkel, informou ao secretário-geral da Aliança Atlântica, Jens Stoltenberg, que Berlim aumentará os gastos com a defesa até 1,5% do PIB até 2024, uma vez que, de acordo com ela, seria difícil para o país atingir o patamar de 2% nos próximos dez anos.

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