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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Almirante dos EUA: exercícios da OTAN na Noruega são um 'sinal' para a Rússia

Os exercícios antissubmarino da OTAN que começaram na segunda-feira (25) no norte da Noruega devem ser entendidos pela Rússia como um sinal de que Washington e Oslo estão fortalecendo a cooperação militar, declarou ao canal NRK o almirante John Richardson, comandante da Marinha dos EUA.


Sputnik

Este ano os exercícios anuais da Aliança Dynamic Mongoose estão sendo realizados perto da província norueguesa de Troms e prosseguirão até 6 de julho. Segundo os organizadores, nas manobras participam sete navios, três aeronaves de patrulha marítima e dois submarinos. Além da Noruega e dos EUA, militares da Dinamarca, Alemanha, Polônia, Holanda, Espanha e Turquia também integram as manobras.

Navios de guerra da OTAN.
Navios de guerra da OTAN © AP Photo / Gero Breloer

Segundo Richardson é normal que os EUA e Noruega desenvolvam a cooperação militar, mas isso deve ser um sinal para a Rússia.

"Eles devem considerar isso como um sinal de que estamos fortalecendo nossa parceria", disse o almirante.

Além disso, ele acrescentou que aumentou o interesse pelas regiões setentrionais, principalmente devido à mudança climática e aos problemas de segurança.

Como observou o ministro da Defesa da Noruega, Frank Bakke-Jensen, a situação de segurança na região levou à intensificação das ações da OTAN.

"Há cinco ou seis anos tudo estava tranquilo, mas agora não está mais. E isso não tem a ver apenas com a Rússia, a situação se tornou mais incerta", disse o ministro.

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