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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Assad promete aumentar presença militar do Irã na Síria 'se assim for necessário'

O presidente da Síria concedeu uma entrevista à uma emissora iraniana e avaliou a situação em seu país.


Sputnik

O presidente da Síria, Bashar Assad, anunciou que a presença do Irã na Síria, bem como as relações de Teerã com Damasco, não são negociáveis. Ele confirmou nesta quinta-feira que o Irã não possui bases fixas na Síria em uma entrevista concedida ao canal iraniano Al Alam.

Destacamento iraniano na Síria
Tropas iranianas na Síria © Sputnik / Mikhail Voskresenky

Assad especificou que os contatos entre a Rússia, EUA e Israel sobre a Síria ainda estão em andamento. O chefe de Estado, entretanto, enfatizou que as relações entre Damasco e Teerã "não farão parte de qualquer negociação", já que não se trata de "um bazar internacional".

Ao mesmo tempo, o presidente sírio anunciou que, embora na Síria não existam bases fixas iranianas, ele "não se oporá ao estabelecimento de bases militares iranianas" em seu país, se "assim for necessário".

Além disso, o presidente sírio garante que a libertação da Síria pode seguir dois caminhos possíveis ainda não definidos: "reconciliação ou libertação pela força".

O presidente sírio especificou que o lado russo propõe seguir o caminho da reconciliação, como foi feito em outras regiões, inclusive em Ghouta Oriental. O líder sírio reclamou, no entanto, da "pressão de Israel e dos EUA junto aos terroristas, para que a resolução pacífica não seja alcançada".

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