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EUA e Rússia revivem a Guerra Fria no Oriente Médio com duas cúpulas

Reuniões paralelas, na Polônia e na Rússia, representaram a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito entre Israel e a Palestina
Juan Carlos Sanz e María R. Sahuquillo | El País
Sochi / Jerusalém - Em 1991, a Conferência de Madri estabeleceu um modelo para o diálogo multilateral no Oriente Médio após o fim da Guerra Fria, que havia colocado Washington contra Moscou na disputa pela hegemonia em uma região estratégica. Transcorridos mais de 27 anos, dois conclaves paralelos representaram nesta quinta-feira em Varsóvia (Polônia) e Sochi (Rússia) a revitalização do rompimento entre as potências sobre o Irã, a guerra na Síria e o conflito israelo-palestino. Os Estados Unidos e a Rússia, copresidentes em Madri em 1991, já não atuam mais como mediadores para aliviar as tensões e, mais uma vez, assumem um lado entre as partes conflitantes.

No fórum da capital polonesa, a diplomacia dos EUA chegou a um impasse ao reunir mais de 60 países em uma reu…

Caça indiano Tejas custa mais caro que um Sukhoi Su-30

Depois da euforia da entrada em serviço dos aviões de combate leve (LCA) Tejas da Índia, o Ministério da Defesa do país está formando uma comissão para analisar o “preço alto” exigido pela fabricante, Hindustan Aeronautics Limited (HAL), para o modelo aperfeiçoado Tejas Mark1A.


Poder Aéreo
NOVA DÉLHI — Fontes disseram ao The Indian Express que em resposta a um pedido de uma proposta de 83 aviões de combate Tejas Mark1A emitido pela Força Aérea Indiana (IAF) em dezembro do ano passado, a HAL citou um preço de Rs 463 crore (cerca de US$ 70 milhões) por unidade em abril. Segundo as fontes, isso alarmou o governo, já que o preço se compara desfavoravelmente mesmo com os mais modernos caças estrangeiros.

Caças Sukhoi Su-30 e Tejas da IAF
Caças Sukhoi Su-30 e LCA Tejas da IAF

“A HAL fornece o caça russo Sukhoi Su-30 mais moderno, que ela monta em Nashik, por Rs 415 crore (US$ 62 milhões). Os russos fornecem por Rs 330 crore (US$ 50 milhões). O Gripen sueco foi oferecido a Rs 455 crore (US$ 68 milhões) para nós, e o F-16 por Rs 380 crore (US$ 57 milhões), e ambos para serem produzidos na Índia. A próprio HAL nos vendeu o Tejas Mark1 custando Rs 100 crore (US$ 15 milhões) a menos. Este preço para uma versão melhorada parece alto”, disseram fontes.

Preocupada com o preço do avião de caça indiano, que o governo tem-se esforçado para promover ao abrigo do programa “Make in India”, a comissão do Ministério da Defesa vai verificar os preços dos equipamentos militares fabricados pelas empresas públicas defesa (PSU). A comissão é chefiada pelo Assessor Principal (Custo) no ministério e provavelmente apresentará seu relatório nas próximas semanas.

Uma vez que a comissão submeta seu relatório, o ministério formará um comitê de negociações comerciais (CNC) para reduzir o preço da HAL para o jato. O contrato para 83 jatos, disseram fontes, levará mais um ano para ser finalmente assinado.

Segundo as fontes, o Ministério da Defesa também está preocupado com o atraso no fornecimento da encomenda existente do primeiro lote de 40 caças Tejas. No últimos três anos, foram recebidos apenas nove aviões de combate no estágio Initial Operational Clearance (IOC), de uma encomenda de 20 aviões. A produção de mais 20 jatos Tejas no estágio Final Operational Clearance (FOC) ainda nem começou, pois o FOC ainda não foi atingido pela aeronave. O ministério também concordou que a HAL fornecerá oito aviões de treinamento bipostos, após o fornecimento do 36 Tejas Mark1.

“A ideia era que a HAL produzisse 18 caças Tejas por ano. Essa é a única maneira pela qual podemos fornecer à IAF suas encomendas, à medida que seus caças mais velhos saem de serviço. Mas houve um atraso e estamos em contato com a HAL sobre isso”, disseram as fontes.

FONTE: The Indian Express

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