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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Cenário para libertação do sul da Síria ainda é incerto, afirma Assad

O cenário para a libertação do sul da Síria ainda não está definido, pode ser uma solução pacífica ou uma solução com uso da força, disse o presidente sírio, Bashar Assad, em entrevista à TV Al-Alam, do Irã, nesta quarta-feira (13).


Sputnik

"O Sul da Síria está enfrentando uma escolha. Ou é a reconciliação ou a liberação pela força. Neste momento, não há resultados [do processo de paz] por causa da pressão dos EUA e dos EUA sobre os terroristas naquela região. A reconciliação e a solução pacífica poderiam ser alcançadas", afirmou a agência estatal síria SANA, citando Assad.

O presidente sírio Bashar Assad durante um discurso em frente dos diplomatas, em 20 de agosto de 2017
Presidente sírio Bashar Assad © AP Photo / Página do Facebook da Presidência da Síria

Mês anterior, a mídia local informou que as forças do governo sírio foram remanejadas de Damasco e outras partes da Síria para a frente sul. As forças desdobradas eram da Guarda Republicana — uma unidade de elite do Exército Sírio, encarregada principalmente de defender Damasco — e um grupo paramilitar associado ao aparato de inteligência da Síria, segundo o Al Masdar News.

A ofensiva terá como objetivo liberar a totalidade do sul da Síria, incluindo o território perto das colinas de Golã, ocupadas por Israel, o que alarmou Israel. Este mês, uma fonte militar anônima síria disse ao Sputnik que "combatentes da resistência do Hezbollah e outras milícias estrangeiras apoiadas pelo Irã" não desempenharão nenhum papel na próxima ofensiva do Exército Sírio na área.

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