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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Coalizão árabe intercepta barcos de houthis com armamento no mar Vermelho

A coalizão árabe que luta contra os houthis no Iêmen, hoje (30) teria prevenido um ataque com o uso de embarcações pesqueiras no mar Vermelho, comunicou o diário Saudi Gazette.


Sputnik

Na sua conta no Twitter, o jornal precisou que as forças da coalizão interceptaram barcos inimigos com mísseis e granadas propulsados por foguetes.

Barco no porto iemenita de Al-Hudaida
© REUTERS / Abduljabbar Zeyad

Seis embarcações haviam atracado para descarregar no porto de Al-Hudayda, e mais oito estavam esperando para entrar.

O Iêmen tem vivido desde 2014 um conflito armado entre os partidários do presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi e os rebeldes houthis do movimento Ansar Allah.

Em março de 2015, uma coalizão encabeçada pela Arábia Saudita, integrada maioritariamente por países do golfo Pérsico, passou a atuar do lado do governo legítimo iemenita.

Desde meados de junho, a coalizão árabe continua uma operação que visa expulsar os rebeldes de Al-Hudaida.

Cerca de 70% das importações, incluindo bens comerciais e humanitários, entram no Iêmen através de Al-Hudaida e de outro porto, Al-Salif, situado mais ao norte.

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