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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Donetsk frustra ataque das Forças Armadas da Ucrânia e causa baixas

Na noite de sábado, unidades das Forças Armadas da Ucrânia atacaram posições das forças da milícia no sul da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD). Três membros das forças ucranianas foram mortos e quatro ficaram feridos, um miliciano foi atingido, informou aos jornalistas o representante do comando operacional da RPD.


Sputnik

"Cerca de 01h00 [19h00, horário de Brasília], as forças ucranianas fizeram uma tentativa de melhorar suas posições no sul de Kominternovo (povoação no sul da RPD controlado pela milícia). Para isso, dois grupos com 15 elementos vieram na direção das nossas posições", disse.

Atirador ucraniano marca posição próximo à região de Donetsk, na Ucrânia
Atirador ucraniano próximo a Donetsk © AP Photo / Efrem Lukatsky

O comando operacional relatou que as forças ucranianas foram vistas e atacadas em seguida com armas não proibidas pelo acordo de Minsk. Como resultado, o ataque foi repelido, as unidades das Forças Armadas da Ucrânia sofreram perdas.

"Segundo dados preliminares, três militares ucranianos foram abatidos e quatro ficaram feridos. Do nosso lado, um defensor recebeu ferimentos", informou o representante.

Em abril de 2014, a Ucrânia iniciou uma operação militar nas províncias orientais de Donetsk e Lugansk, onde foram proclamadas repúblicas populares em resposta ao violento golpe de Estado que ocorreu em Kiev em fevereiro do mesmo ano. Segundo estimativas da ONU, desde o início da crise as hostilidades resultaram em mais de 10 mil mortos.

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