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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

EUA estão desprotegidos contra mísseis balísticos, revela general americano

Os EUA não contam com proteção necessária contra mísseis balísticos intercontinentais de possíveis inimigos, escreve a revista The National Interest citando o chefe do Comando Estratégico do Pentágono, general John Hyten.


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Conforme Hyten, os EUA devem elaborar um sistema de combate contra mísseis russos e chineses antes mesmo do lançamento deles. Ele reparou que os potenciais adversários avançaram muito na criação de armas levando em consideração as particularidades do sistema de defesa antimíssil americano.

Militares norte-americanos perto do sistema de defesa antimíssil Patriot
Militares norte-americanos junto ao Patriot © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

"A quantidade de mísseis e suas capacidades de atingir alvos continuam crescendo, já que cada vez mais países adquirem um número maior de mísseis e aumentam potencial técnico especificamente para fazer frente ao sistema antimíssil dos EUA", afirmou Hyten.

O general opina que o perigo dos mísseis modernos é tão grande que já não bastam tentativas ativas de interceptá-los. Ele assinalou que, após o colapso da União Soviética, os EUA não tinham ninguém para se opor, mas, hoje em dia, Washington não deve ignorar potencial militar reforçado de outros países.

"Não podemos ser bem-sucedidos, investindo somente em meios ativos de defesa antimíssil — temos que reforçar e integrar todos os seus pilares, incluindo a capacidade de vencer mísseis inimigos antes mesmo de serem lançados", resumiu Hyten.

Ao concluir, o autor do artigo nota que atualmente o Pentágono sabe melhor falar sobre êxitos militares do que repelir ataques reais de mísseis balísticos intercontinentais.

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