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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Ex-presidente da Ucrânia encontra maneira de 'recuperar' Donbass para o país

O 1º presidente da Ucrânia, Leonid Kravchuk, sugeriu como Kiev pode "recuperar" Donbass depois de terminar o conflito militar.


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Ele ressaltou que "não há nada de ucraniano" em Donbass e, para que a região faça a parte da Ucrânia, as autoridades devem oferecer aos cidadãos uma "organização da vida" especial, diferente da das outras regiões do país.

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"Eles [Donbass] têm uma filosofia de vida completamente diferente. Precisamos de esforços enormes para os recuperar", observou Kravchuk em entrevista à edição Obozrevatel.

O ex-presidente ucraniano enfatizou que a Donbass deve ser permitido exercer um "poder local com ênfase na autonomia" e devem ser feitas modificações na constituição. No entanto, ele propôs submeter essa questão a discussão pública.

Em abril de 2014, as autoridades ucranianas começaram uma operação militar contra as repúblicas autoproclamadas de Donetsk e Lugansk, que declararam independência depois do golpe de Estado na Ucrânia em fevereiro de 2014. Segundo os últimos dados da ONU, mais de dez mil pessoas já foram vítimas do conflito.

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