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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Falha paralisa navios de guerra chave da Marinha Britânica

Seis destroieres principais do Reino Unido passaram mais tempo atracados no porto de Portsmouth do que navegando no mar em 2017. Este uso limitado se deveu a uma deficiência em seus motores, revelou o diário Daily Mail.


Sputnik

Segundo a mídia, estes seis destroieres da classe Type 45, que fazem parte da coluna vertebral da Marinha do Reino Unido e com cuja construção as autoridades britânicas gastaram cerca de oito bilhões de dólares (29 bilhões de reais), passaram 80% do ano passado atracados no porto de Portsmouth.

Destróier da Marinha Real do Reino Unido HMS Daring
HMS Daring © AFP 2018 / GLYN KIRK

"O HMS Dragon passou 309 dias atracado, o HMS Daring — 232 dias e o HMS Diamond permaneceu parado durante 203 dias. Embora o HMS Duncan tenha passado mais tempo no mar, esta belonave não saiu do porto durante 197 dias", informou o jornal britânico.

Esse uso escasso foi causado pelo fato dos motores produzidos pela empresa Rolls Royce não serem aptos para navegar em águas quentes.

A companhia insiste que o Ministério da Defesa britânico não informou que planejava usar os seus destroieres em águas quentes durante tanto tempo e, precisamente por isso, seus motores não foram desenhados para navegar em tal ambiente.

Atualmente, estão esperando que se efetue uma custosa reparação dos motores dos navios. Os trabalhos destinados a eliminar a deficiência deverão começar em 2020.

O Ministério da Defesa do Reino Unido reservou mais de 212 milhões de dólares (790 milhões de reais) para resolver o problema. As autoridades britânicas planejam instalar motores diesel adicionais para aumentar a potência dos navios e melhorar o funcionamento dos seus sistemas de propulsão.

A inação atual dos navios de guerra britânicos gerou temores que os navios-chave do Reino Unido se convertam em alvos perfeitos apesar de terem sido desenhados precisamente para proteger outros navios da Marinha Britânica contra ataques aéreos.

"É uma desgraça que o trabalho nestes barcos não tenha sido um assunto prioritário. Temos tão poucas fragatas e destroieres que deveríamos mover o céu e a terra para fazer este trabalho", declarou Alan West, ex-comandante da Marinha Britânica citado pela mídia.

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