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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Forças pró-governo derrotam rebeldes e retomam aeroporto no Iêmen

Coalizão liderada por Arábia Saudita recupera local estratégico no quarto dia de ofensiva para reconquistar dos insurgentes cidade que é principal entrada de mantimentos no país abalado por crise humanitária.


Deutsch Welle

As forças do governo do Iêmen, apoiadas pela coalizão liderada pela Arábia Saudita, recuperaram dos rebeldes houthis neste sábado (16/06) o aeroporto internacional da cidade de Hodeida.

Forças iemenitas pró-governo reunidas nos arredores do aeroporto de Hodeida
Forças iemenitas pró-governo reunidas nos arredores do aeroporto de Hodeida

O centro de imprensa do Exército iemenita afirmou em comunicado que "as Forças Armadas, apoiadas pela resistência e a aliança árabe, liberaram o Aeroporto Internacional de Hodeida das garras das milícias houthis", que são apoiadas pelo Irã.

O avanço aconteceu durante o quarto dia de ofensiva para tomar a cidade, de cerca de 600 mil habitantes, situada às margens do Mar Vermelho e cujo porto é a principal entrada de mantimentos do país, abalado pela pior crise humanitária do mundo, segundo as Nações Unidas. Cerca de dois terços da população do Iêmen, de 27 milhões de pessoas, dependem de ajuda externa, e 8.4 milhões enfrentam risco de inanição.

De acordo com o centro de imprensa militar, as unidades militares começaram a limpar o aeroporto de minas e outros explosivos colocados pelos rebeldes.

"Retirada tática"

O porta-voz dos houthis, Mohammed Abdelsalam, disse em sua conta no Twitter que a retirada de seus combatentes faz parte de uma "tática" e como consequência, "os mercenários entraram" no aeroporto. Abdelsalam também afirmou que seus milicianos capturaram 36 homens das tropas governamentais leais ao presidente iemenita – reconhecido internacionalmente – Abd Rabbuh Mansur al-Hadi, que está exilado na cidade litorânea de Aden, capital provisória do governo.

Fontes militares e médicas asseguraram à agência de notícias Efe que nos últimos dois dias mais de 300 soldados pertencentes tanto às fileiras dos houthis como das forças iemenitas morreram durante a ofensiva.

A tomada do aeroporto representa um duro golpe para os rebeldes. A batalha por Hodeida é a maior desde o começo da guerra entre a aliança militar e os insurgentes houthis. Há anos que nenhuma das partes consegue um sucesso decisivo.

A aliança militar sunita liderada pela Arábia Saudita – e tacitamente apoiada pelo Ocidente – tenta derrotar os rebeldes xiitas houthi apoiados pelo Irã, para tentar trazer o governo exilado de volta ao poder. Os houthis controlam a capital, Sana, e a maioria das áreas povoadas.

O enviado especial da ONU para o Iêmen, Martin Griffiths, chegou neste sábado a Sana num esforço por negociações para um possível cessar-fogo.

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