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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Grande grupo do opositor Exército Livre da Síria passa para o lado de Assad

Um primeiro grande agrupamento de combatentes do Exército Livre da Síria – grupo armado ilegal e um dos principais grupos da oposição – passou para o lado do governo na zona de desescalada do Sul, informou o Centro Russo para a Reconciliação na Síria.


Sputnik

Após negociações, o líder dos combatentes afirmou que as povoações de Deir Dama, Ashiyah e parte da cidade de Jaddal passam voluntariamente para o controlo do governo.

Soldados da oposição do Exército Livre da Síria apoiados pela Turquia em um caminhão na fronteira com a Síria
Tropas do Exército Livre da Síria apoiados pela Turquia © AP Photo/ Lefteris Pitarakis

Ele também sublinhou que o agrupamento vai combater, juntamente com o exército sírio, o Daesh e a Frente al-Nusra (organizações terroristas proibida na Rússia).

Segundo informaram no centro russo, as primeiras unidades das forças governamentais sírias entraram nas povoações de Deir Dama e Ashiyah já ao fim da tarde de sexta-feira (22).

O que impede um acordo de paz

Comentando a situação atual no país árabe, o analista Vladimir Kozin sublinhou que as organizações terroristas fazem com que a oposição moderada do país combata entre si, impedindo assim o alcance da paz com as tropas governamentais.

No país há quatro grupos armados ilegais que estão em disputa contínua pela alteração das zonas de influência na zona de desescalada, explica o analista, destacando que os grupos Daesh e Frente al-Nusra, não tendo capacidade negocial, controlam, segundo Kozin, entre 40 e 50% da zona.

O analista opinou que outro grupo, Ahrar al-Sham, que controla cerca de 10% da zona de desescalada, poderá sob certas condições se juntar às tropas governamentais.

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