Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Irã condena a ofensiva liderada pelos Emirados contra importante cidade portuária do Iêmen

O Irã condenou duramente um ataque militar liderado pelos Emirados contra a cidade portuária de Hudaydah, no Iêmen, o principal canal para a entrega de ajuda humanitária ao país devastado pela guerra, descartando qualquer solução militar para a crise iemenita.


Pars Today

Na quinta-feira, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã alertou que a ofensiva poderia piorar a já terrível situação humanitária na cidade portuária do Mar Vermelho.

Irã condena a ofensiva liderada pelos Emirados contra importante cidade portuária do Iêmen

Sob a cobertura aérea saudita, as forças apoiadas pelos Emirados lançaram a ofensiva na quarta-feira para capturar Hudaydah do movimento Houthi Ansarullah do Iêmen, que tem estado dirigindo assuntos do estado e defendendo a nação contra uma guerra liderada por Riad nos últimos três anos.

O ataque seguiu em frente, apesar das inúmeras advertências das organizações de direitos internacionais e das Nações Unidas, que disseram que a ação militar pode custar até 250.000 vidas e provocar uma catástrofe humanitária no país.

O diplomata iraniano disse ainda: "A crise no Iêmen não tem solução militar e recorrer à força levaria a lugar nenhum", pedindo o fim da invasão do empobrecido Estado da Península Arábica. “Esses crimes matariam o fraco luz de esperança pelos esforços políticos em andamento [para dar frutos] e simplesmente complicariam as condições”, acrescentou Qassemi.

O ataque de Hudaydah é considerado o maior de seu tipo desde que o regime saudita e seus aliados iniciaram a campanha sangrenta contra o Iêmen no início de 2015.

Ele é liderado pelos Emirados Árabes Unidos, uma força da aliança liderada pela Arábia Saudita. O movimento Houthi e as forças aliadas do Iêmen prometeram forte resistência diante da ofensiva militar. Eles destruíram um navio de guerra dos Emirados com mísseis na costa do Iêmen na quarta-feira, forçando um segundo navio de guerra a fugir do local.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas