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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Japão compra sistema americano de defesa antimíssil mais avançado por bilhões de dólares

Em breve o Japão receberá um dos sistemas de defesa antimíssil mais avançados do mundo, com capacidade de neutralizar potenciais ameaças da China e da Coreia do Norte.


Sputnik

Segundo informam fontes do governo japonês, citadas pela Reuters, nos próximos dias, o Japão concretizará a aquisição dos sistemas de defesa antimíssil Aegis Ashore norte-americanos.

Sistema de defesa antimíssil estadunidense Aegis Ashore
Sistemas de defesa antimíssil Aegis Ashore | CC BY 2.0 / Agência de Defesa Antimíssil dos EUA / FTO-02-E1a-002

O acordo — que foi assinado ainda em 2017 — estipula a compra de duas unidades desse sistema, que devem entrar em serviço no exército japonês em 2023.

Portanto, até segunda-feira (2), Tóquio deve decidir que tipo de radar será instalado nos sistemas. O país deve escolher entre o SPY 6 — modelo fabricado pela empresa Raytheon e o Long Range Discrimination Radar (LRDR), desenvolvido pela empresa Lockheed Martin.

As autoridades militares japonesas estimam o custo da operação aproximadamente em US$ 2 bilhões (R$ 7,7 bilhões), mas o preço final pode dobrar se forem incluídos os radares de tecnologia avançada. Vale destacar que essa compra também poderia aliviar as tensões nas relações comerciais bilaterais, que aumentaram depois de Washington ter ameaçado introduzir tarifas contra o aço e os carros importados do Japão, destacaram as fontes japonesas.

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