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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

'Latas de conserva voadoras': revista americana nomeia piores caças dos EUA

A revista norte-americana The National Interest elaborou uma lista dos piores caças norte-americanos ao longo de toda a história do país.


Sputnik

O caça embarcado Brewster F2A Buffalo ocupa neste anti-ranking o primeiro lugar. No ponto de vista do autor da matéria, Robert Farley, este avião se encontrou "no ponto errado do ciclo tecnológico".

Caças norte-americanos F-35A Lightning II durante um voo de treinamento
F-35 Lightining II © Foto: Public Domain/U.S. Air Force photo by Staff Sgt. Andrew Lee

"O caça, sendo um avião com capacidades de combate relativamente altas para o final dos anos 30, não conseguiu alcançar o nível dos aviões desenvolvidos com que o mesmo teve de lidar no Pacífico", assinalou.

"Estes aviões mal armados, relativamente lentos, insuficientemente potentes não podiam competir com os melhores pilotos japoneses", escreveu o autor, se referindo à época da Segunda Guerra Mundial.

A segunda pior aeronave dos EUA na lista de Farley é o caça embarcado F7U Cutlass, que era considerado "incrivelmente inovador" para sua época, contudo, seus desenvolvedores tentaram alcançar metas ambiciosas demais em um prazo muito curto.

"Era um avião largo, mas insuficientemente potente, com um design da cauda especifico, desagradando aos seus operadores", escreveu o autor do artigo, assinalando que um quarto de todos os aviões Cutlass acabou por cair.

Outro caça embarcado, o F3H Demon, foi colocado por Robert Farley na terceira posição.

"Um caça embarcado com um único motor exige um motor seguro e potente, que o Demon não possuía: nenhum dos motores instalados na aeronave funcionava de forma adequada", explicou.

Além disso, este avião tinha sérios problemas com o funcionamento do assento de ejeção, que falhava com muita frequência.

A quarta "lata de conservas voadora" do ranking é o caça interceptor F-102 Delta Dagger, sendo um dos aviões cuja fabricação foi lançada pelos EUA na década dos 50 em resposta aos avanços soviéticos na criação de bombardeiros de longo alcance.

O avião dificilmente atingia grandes alturas, o que representava um problema gritante para uma aeronave destinada a interceptar bombardeiros do tipo Tu-95.

Por duas vezes o F-102 passou por modernizações, tendo resultado pela segunda vez no F-106, uma versão mais decente.

Finalmente, o F-104 Starfighter fecha a "lista da vergonha". De acordo com o autor da matéria, este era um avião razoavelmente eficaz, utilizado por diferentes unidades aéreas dos EUA desde 1958.

"O Starfighter se distinguia pela quantidade de acidentes. Durante sua utilização na Força Aérea ele era recordista na quantidade de acidentes em comparação a qualquer outro representante da série Century", recordou Farley.

No final da matéria, o autor ressaltou que agora muitos críticos já estão prontos para acrescentar nesta lista o novo caça polivalente de quinta geração F-35, porém, ainda é cedo para falar disso.

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