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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Maiores exercícios navais internacionais começam no Havaí, Brasil está entre participantes

Os maiores exercícios navais RIMPAC 2018 (Rim of the Pacific Exercise) começam nesta quarta-feira (27) na área do arquipélago do Havaí e contarão com a participação de 26 países com exceção da China, que este ano não recebeu convite dos EUA devido às tensões em torno do mar do Sul da China.


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Segundo a Marinha dos Estados Unidos, das manobras participarão no total 47 navios, cinco submarinos, mais de 200 aviões e 25 mil militares.

Porta-aviões USS George H.W. Bush, foto de arquivo
Porta-aviões norte-americano USS George H. W. Bush © AP Photo / Claude Paris

Desde 27 de junho até 2 de agosto, os participantes treinarão ações durante desastres naturais, desembarque, combate à pirataria, operações contra submarinos e aviões do inimigo convencional, realizarão lançamento de mísseis, entre outras missões.

Os RIMPAC 2018 contam com a participação de tais países como a Austrália, Canadá, França, Alemanha, Índia, México, Holanda, Coreia do Sul, Singapura, Tailândia, Reino Unido e outros. Dos exercícios participarão também pela primeira vez o Brasil, Israel, Sri Lanka e Vietnã.

Porém, neste ano China não fará parte das manobras, pois o Pentágono retirou em maio seu convite a Pequim, argumentando a medida com a "militarização dos territórios disputados no mar do Sul da China". Há alguns meses atrás, um grupo de bombardeiros estratégicos chineses H-6K aterrissou e decolou pela primeira vez no aeródromo em uma das ilhas no mar do Sul da China, disputadas pela China e seus vizinhos.

Segundo Washington, isso faz aumentar as tensões e desestabiliza a região, o que contradiz os princípios dos RIMPAC. Pequim, por sua parte, qualificou as acusações de Washington de infundadas. 

As manobras navais RIMPAC, organizadas pelos EUA, são realizadas a cada dois anos perto de Honolulu, Havaí. Os exercícios decorreram pela primeira vez em 1971, neste ano será a 26ª edição.

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