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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.


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Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Soldados israelenses patrulhando na fronteira do país
Militares israelenses © AP Photo / Ariel Schalit

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que Washington e a coalizão liderada pelos EUA tenham participado do ataque às tropas sírias.

Assim, um oficial anônimo norte-americano comunicou que é Israel, e não os Estados Unidos, o responsável pelo ataque aéreo que matou dezenas de pessoas na fronteira sírio-iraquiana, de acordo com o canal CNN. Falando anonimamente, o oficial disse ao canal que o Pentágono está se esforçando ao máximo para deixar claro publicamente que não esteve envolvido no ataque em questão.

O oficial também relatou que o Pentágono se preocupa que as Forças de Mobilização Popular possam retaliar as tropas dos EUA instaladas no Iraque, que o governo atual iraquiano considera como "ocupação". O Pentágono está fazendo o possível para minimizar o risco de retaliação, segundo o oficial.

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