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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

OTAN se prepara para maiores exercícios militares desde 2002

A OTAN está se preparando para realizar seus maiores exercícios militares desde 2002. Trata-se dos Trident Juncture 2018, dos quais participarão mais de 40.000 militares de 30 países membros e parceiros da OTAN.


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A fase principal das manobras irá ser realizada entre os dias 25 de outubro e 7 de novembro, na Noruega e áreas vizinhas, com exercícios preliminares nas águas ao largo da costa da Islândia de 15 a 17 de outubro.

Navios da Noruega, Bélgica, Holanda e Estônia em destacamento da OTAN no Báltico
Navios da OTAN no Mar Báltico © AP Photo / Gero Breloer

Defender-se contra 'qualquer ameaça em qualquer momento'

O objetivo dos exercícios é a dissuasão e defesa contra "qualquer ameaça, de qualquer lugar e em qualquer momento", explicou nesta semana o almirante da Marinha dos EUA a jornalistas em Bruxelas, James G. Foggo III, comandante dos exercícios.

O militar revelou que os Trident Juncture mostram que a OTAN está unida e pronta para se defender valendo-se da defesa coletiva. Neste sentido, o cenário dos exercícios inclui uma violação da soberania de um aliado da OTAN, neste caso da Noruega.

Ao mesmo tempo, o vice-almirante da Marinha Ketil Olsen, representante militar de seu país no Comité Militar da OTAN, sublinhou que, hoje, o seu país não sente "uma ameaça real".

Ele declarou que, embora a Noruega seja um país muito pequeno que vive ao lado de um país muito grande, a Rússia, ambos mantêm "uma vizinhança profissional", cooperam "muito bem na fronteira" e que Oslo não considera a Rússia como uma ameaça.

Sob o pretexto de dissuadir Moscou, nos últimos anos a OTAN estabeleceu bases militares permanentes nos três países bálticos, bem como na Romênia e Polônia, e realizou uma série de exercícios militares massivos na fronteira com a Rússia.

O chanceler russo, Sergei Lavrov, condenou repetidamente o aumento de tropas perto das fronteiras russas. Em fevereiro passado, Lavrov disse que Washington está usando a "ameaça imaginária russa" para garantir seu domínio sobre a Europa.

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