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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Outro delírio? Ucrânia propõe converter Crimeia em ilha

A Ucrânia pode transformar a Crimeia em uma ilha, escavando um canal na fronteira com a península, disse Anatoly Lopata, ex-chefe das Forças Armadas da Ucrânia.


Sputnik

O coronel-general aposentado considera que, assim, Kiev poderá lutar contra o domínio russo no espaço marítimo ao redor da Crimeia.

Península da Crimeia
Península da Crimeia © Sputnik / Aleksei Malgavko

"Visto que hoje a Rússia está presente na Crimeia, Moscou domina seu espaço marítimo. Podemos separar a península do continente com a ajuda de um canal, então vamos transformá-la em uma ilha", disse Lopata em uma entrevista ao portal ucraniano Obozrevatel.

De acordo com o militar, o canal deve ter 100 metros de largura, pois tal distância é necessária para os navios navegarem através dele.

Esta não é a primeira vez que a Ucrânia propõe a implementação de uma iniciativa controversa.

Em maio de 2015, o ex-premiê ucraniano Arseny Yatseniuk anunciou o início da construção de uma fronteira real com a Rússia, na parte oriental da Ucrânia. O projeto recebeu o nome de "Stena" (muro) e mais tarde foi rebatizado como Muro Europeu.

Apesar do nome tão pomposo, na realidade o muro é uma fortificação bastante simples, feita de barras e arame farpado.

Na Suprema Rada — parlamento ucraniano — a construção foi chamada de "buraco no valor de 3,9 bilhões de grívnias [mais de R$ 562,6 milhões]".

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