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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Presidente de Taiwan acusa China de "ameaçar" democracia da ilha

A presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, advertiu nesta segunda-feira que o site diplomático chinês sobre a ilha "ameaça" sua democracia e chamou os países democráticos a se unir e combater as forças antidemocráticas que buscam uma regressão no mundo.


EFE

Taipé - "No século XXI, a democracia está em retrocesso", disse Tsai durante um fórum organizado pela Fundação Taiwan pela Democracia, onde advertiu que "embora a democracia pode avançar, também pode retroceder".

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Presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen | Reprodução

Para a presidente taiuanesa, é imperativo que os países democráticos "trabalhem unidos e estejam unidos para lutar contra a coerção militar, política e econômica não desejada e defender os valores entesourados".

Tsai também se referiu ao site diplomático chinês e sua intimidação militar "que ameaçam nosso modo de vida democrático e limitam o nosso espaço internacional", disse Tsai.

"Mas para Taiwan, retroceder no caminho da democracia não é uma opção", acrescentou a governante em relação aos de representantes de organizações democráticas da Tunísia, Índia, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos.

A presidente taiuanesa advertiu sobre o crescente poderio das forças antidemocráticas e sobre sua interferência em vários países, não só em Taiwan, mas também na Austrália, Nova Zelândia, EUA e Europa.

A sobrevivência da democracia depende da forte defesa dos valores e da cooperação e união dos países democráticos, em uma batalha mundial que acontece em Taiwan, Austrália, EUA, Europa e outros lugares do mundo, disse Tsai.

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