Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Rússia acusa Reino Unido de subornar representantes da OPAQ

O Reino Unido e seus parceiros subornaram vários representantes da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) na votação do plano para alargar os poderes da organização, afirmou nesta quinta-feira (28) a porta-voz oficial do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova.


Sputnik

"Consideramos ilegítima essa decisão. Há que constatar que, na hora de adotá-la, a conferência dos países participantes foi além das competências de seu mandato", afirmou.

Sede da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ)
Sede da OPAQ © East News / Peter Dejong

De acordo com Zakharova, como resultado das manipulações políticas, bem como por meio de suborno direto e chantagem por parte de Londres e outros países, foi adotado um "projeto odioso de resolução".

Anteriormente, os participantes de uma seção especial da conferência dos países participantes da Convenção sobre as Armas Químicas aprovaram a expansão do mandato da OPAQ por proposta do Reino Unido. Segundo ela, a organização obteve o direito de identificar os culpados de ataques químicos.

A favor do documento se expressaram 82 delegações, 24 estiveram contra.

No final de maio, o chanceler britânico, Boris Johnson, afirmou que Londres insiste na convocação de uma sessão especial para debater a situação da utilização de armas químicas na Síria, bem como o incidente do possível envenenamento do ex-espião russo, Sergei Skripal.

Sua iniciativa foi apoiada pela Alemanha, Austrália, Bulgária, Canadá, França, Nova Zelândia, Polônia, EUA e Japão.

Por sua vez, a Rússia, a Síria e o Irã se expressaram contra a iniciativa e insistiram em que houvesse debates e a votação do mesmo. Além disso, a delegação russa, se baseando nas regras da organização, exigiu a discussão de cada uma das emendas. Contudo, todas essas propostas foram recusadas.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas