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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Rússia acusa Reino Unido de subornar representantes da OPAQ

O Reino Unido e seus parceiros subornaram vários representantes da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) na votação do plano para alargar os poderes da organização, afirmou nesta quinta-feira (28) a porta-voz oficial do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova.


Sputnik

"Consideramos ilegítima essa decisão. Há que constatar que, na hora de adotá-la, a conferência dos países participantes foi além das competências de seu mandato", afirmou.

Sede da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ)
Sede da OPAQ © East News / Peter Dejong

De acordo com Zakharova, como resultado das manipulações políticas, bem como por meio de suborno direto e chantagem por parte de Londres e outros países, foi adotado um "projeto odioso de resolução".

Anteriormente, os participantes de uma seção especial da conferência dos países participantes da Convenção sobre as Armas Químicas aprovaram a expansão do mandato da OPAQ por proposta do Reino Unido. Segundo ela, a organização obteve o direito de identificar os culpados de ataques químicos.

A favor do documento se expressaram 82 delegações, 24 estiveram contra.

No final de maio, o chanceler britânico, Boris Johnson, afirmou que Londres insiste na convocação de uma sessão especial para debater a situação da utilização de armas químicas na Síria, bem como o incidente do possível envenenamento do ex-espião russo, Sergei Skripal.

Sua iniciativa foi apoiada pela Alemanha, Austrália, Bulgária, Canadá, França, Nova Zelândia, Polônia, EUA e Japão.

Por sua vez, a Rússia, a Síria e o Irã se expressaram contra a iniciativa e insistiram em que houvesse debates e a votação do mesmo. Além disso, a delegação russa, se baseando nas regras da organização, exigiu a discussão de cada uma das emendas. Contudo, todas essas propostas foram recusadas.

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