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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Adeus a 'stealth': por que tecnologia furtiva dos aviões de combate não funcionaria mais?

A Agência de Investigação de Projetos Avançados do Departamento de Defesa dos EUA (DARPA na sigla em inglês) avisou que a tecnologia furtiva dos aviões de combate já não funciona, sugeriu o analista militar Michael Peck em seu artigo para a revista The National Interest.


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"Será que o Pentágono simplesmente admitiu que a tecnologia invisível já não funciona?", é uma pergunta retórica que faz o especialista, citando o recente relatório da DARPA dedicado às tecnologias que serão usadas em futuras guerras.

Avião F-117 Nighthawk
F-117 Nighthawk © AFP 2018 / USAF / US AIR FORCE

"As plataformas furtivas podem estar se aproximando de seus limites físicos", revelou a agência.

A DARPA também admitiu que "nosso sistema de aquisição enfrenta dificuldades em responder nos prazos de tempo relevantes ao progresso dos adversários, tornando a busca de capacidades de próxima geração simultaneamente mais urgente e mais fútil".

Se for esse o caso, a próxima geração de aviões, os que eventualmente substituirão os aviões furtivos F-22, F-35 e B-2, não serão mais sigilosos que seus predecessores. "Na corrida interminável entre a tecnologia furtiva e os sensores que visam penetrar seu véu, a furtividade pode ter chegado a um beco sem saída", explicou o analista.

"Seria possível atingir os objetivos da Força Conjunta sem limpar o céu dos caças e bombardeiros inimigos e eliminar todas as ameaças de superfície? Será que é possível atingi-lo sem pôr uma plataforma sofisticada e de grande valor e a tripulação em risco […]?", escreve a agência.

A resposta da DARPA poria fim ao tradicional domínio aéreo dos EUA em qualquer guerra: a possível solução que sugere a agência é "ir mais além dos avanços evolutivos em tecnologia furtiva e interromper as doutrinas tradicionais de domínio aéreo/superioridade aérea".

Agora, a DARPA está à procura de outras maneiras de atingir seus objetivos mesmo sem a supremacia aérea, como através de “uma combinação de desempenho esmagador (por exemplo, de mísseis hipersônicos) e números esmagadores (por exemplo, enxames de mísseis de baixo custo)”.

De fato, a agência de pesquisa do Pentágono parece pôr em causa o próprio conceito de um número reduzido de aviões furtivos e caros: como os caças F-22 e F-35 e os bombardeiros B-2.

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