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Militares russos tornam usina nuclear invisível

Unidades das Forças Armadas da Rússia especializadas na Defesa Radiológica, Química e Biológica tornaram invisível a usina nuclear de Smolensk, escondendo-a em uma nuvem de aerossol de grafite, disse aos repórteres na quarta-feira (19) um representante do Ministério da Defesa.
Sputnik

"Pela primeira vez, foi utilizada uma composição em forma de aerossol que opera não só na faixa visível do espectro de radiação eletromagnética mas também na de infravermelhos" - afirmou um representante.

Fluxos de gás quente à base de grafite são pulverizados a fim de criar uma cortina de camuflagem. Para criar uma nuvem de aerossol sobre uma área de dois quilômetros quadrados, foram necessárias cinco máquinas térmicas de fumaça TDA-3, informou o representante.

Os exercícios militares começaram na usina nuclear de Smolensk no dia anterior. Neles participam mais de 600 militares, pessoal civil da fábrica e mais de 200 unidades de equipamentos militares e especiais. Anteriormente, as unidades de gue…

Alarme de defesa aérea israelense é ativado nas Colinas de Golã, perto da fronteira síria

Os militares israelenses comunicaram ter abatido um avião militar Sukhoi, que entrou no espaço aéreo de Israel proveniente a Síria. A notícia surge após informações sobre a ativação das sirenes de defesa aérea de Israel perto da fronteira síria.


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Segundo o Exército de Israel, as suas forças abateram com dois mísseis um avião Sukhoi proveniente do território sírio, pertencente à Força Aérea do país árabe.

Aeronave militar Síria abatida por Israel | Reprodução Twitter

"O avião entrou dois quilômetros no espaço aéreo de Israel e foi interceptado", diz o comunicado do exército israelense.

Anteriormente, a rádio israelense relatou que Tel Aviv tinha lançado dois mísseis Patriot contra uma ameaça proveniente da Síria, o que fez ativar as sirenes, relata a Reuters.

Mais tarde, uma fonte militar síria declarou que os sistemas de defesa aérea de Israel abriram fogo contra o avião no espaço aéreo sírio e não israelense.

"Há a certeza absoluta que o avião não entrou no espaço aéreo das Colinas de Golã. Estava realizando uma missão na área da cidade síria de Saida contra os terroristas lá instalados", disse a fonte à Sputnik Árabe.

O interlocutor da Sputnik acrescentou também que no momento "o exército sírio está efetuando uma operação para libertar dos terroristas [do grupo Daesh] a 'bolsa' restante, com uma área de 50 km quadrados, perto da fronteira com Jordânia e Colinas de Golã […]".

A fonte no exército sírio confirmou à Sputnik que um dos pilotos do avião morreu, o destino do segundo é desconhecido.

Segundo um representante do exército sírio, o avião abatido era um bombardeiro Su-24 ou caça-bombardeiro Su-22 e teria caído na parte das Colinas de Golã controlada pela Síria.

É a segunda vez em dois dias que as sirenes de defesa aérea de Israel são ativadas nas Colinas de Golã, ocupadas por Israel, em frente às áreas sírias onde as forças governamentais estão combatendo os militantes.

Segundo as Forças de Defesa de Israel (FDI), o alarme de ontem (23) foi ativado por dois mísseis provenientes da Síria, que foram interceptados pela defesa aérea israelense.

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