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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Analistas norte-americanos comparam potencial nuclear da Rússia e outros países

As armas nucleares russas são várias vezes mais potentes que as norte-americanas, revelou um estudo realizado por ex-funcionários da inteligência estadunidense, publicado no portal SofRep.


Sputnik

Os especialistas compararam a potência de diferentes bombas atômicas, incluindo as Little Boy e Fat Man que foram lançados pelos EUA contra Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945.

Testes do míssil balístico intercontinental Sarmat, 29 de março de 2018
Teste do míssil intercontinental russo Sarmat © Foto : Ministério da Defesa da Rússia

Segundo o portal, a potência das bombas usadas contra as duas cidades japonesas eram de 15 e 21 quilotons respetivamente. O míssil norte-americano Trident, por sua vez, tem uma potência de 100 quilotons. A bomba norte-coreana mais potente tem uma potência de 250 quilotons, enquanto a do míssil Minutemen dos EUA é de 475 quilotons.

Além disso, o portal revelou que a potência do míssil balístico intercontinental de produção chinesa DF-31 (Dongfeng-31) superou mais de duas vezes a do seu concorrente norte-americano, tendo uma potência de cerca de 1.000 quilotons. Entretanto, Washington tem a bomba termonuclear B53, cuja potência é de 9.000 quilotons.

Entretanto, de acordo com os especialistas, a potência das novas armas russas supera significativamente a das armas mais modernas de outros países. Por exemplo, o míssil balístico intercontinental Sarmat tem uma potência de 50.000 quilotons, enquanto o mais avançado torpedo nuclear russo Status-6 (conhecido também como Poseidon) tem 100 megatons de potência. Segundo esses dados, a potência das armas nucleares russas supera em pelo menos 5,5 e 11,1 vezes a das norte-americanas.

Em março, Vladimir Putin apresentou as novas armas russas durante seu discurso anual. Entre estas, o sistema de mísseis estratégico Sarmat, um míssil de cruzeiro de alcance ilimitado, um submersível não tripulado e o sistema de mísseis para aviação Kinzhal, entre outros.

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