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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Avião britânico volta a sobrevoar fronteiras da Rússia

Um avião de guerra radioeletrônica Sentinel R1, pertencente à Força Aérea Real britânica, efetuou nova missão de reconhecimento nas proximidades das fronteiras da Rússia.


Sputnik

Em particular, a missão de vigilância foi realizada perto da costa do mar Negro — na Crimeia e na região de Krasnodar, segundo informa o serviço de monitoramento Plane Radar.

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Sentinel R1 | Reprodução

De acordo com o serviço, o avião Sentinel R1 decolou da base britânica de Akrotiri, situada na ilha de Chipre, aproximadamente às 8h11 do horário de Brasília. Destaca-se que a missão terminou às 10h07.

Anteriormente, em 13 de julho, o mesmo avião já havia efetuado um voo de vigilância usando uma rota semelhante.

Ultimamente, aviões ocidentais têm sido avistados perto das fronteiras russas com cada vez maior frequência. Por exemplo, em junho, um drone norte-americano realizou uma missão de vigilância ao longo do litoral da Crimeia.

O Ministério da Defesa russo apelou repetidamente aos EUA, cujos aviões têm estado envolvidos nestas ações, para que parem os voos, apelos que o Pentágono deixou sem resposta.

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